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A OBRA JORNALÍSTICA DE GUILHERME DE ALMEIDA

28 de Julho de 2018 | 14h às 18h

A Casa Guilherme de Almeida organiza este simpósio dedicado à atuação jornalística do poeta modernista Guilherme de Almeida, trazendo especialistas em diferentes perfis de texto pelos quais Guilherme transitou nas colunas de crítica e crônica que assinou para periódicos diários.


14h – Guilherme de Almeida, pioneiro do jornalismo literário
Por Edvaldo Pereira Lima

Em 1929, Guilherme de Almeida redigiu uma série de reportagens para o jornal O Estado de S. Paulo intitulada “Cosmópolis”, em que abordava a maciça presença de imigrantes em alguns bairros da cidade de São Paulo. Com isso, o poeta se tornou um dos pioneiros do segmento que viria a ser o jornalismo literário. A série, em 1962, foi compilada em livro e, até nossos dias, permanece como um documento vivo de uma São Paulo que crescia rumo à metrópole que é hoje.

15h – Guilherme de Almeida e o Football
Por Sérgio Miranda Paz

Residente nas vizinhanças do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, Guilherme de Almeida era um entusiasta do futebol, esporte que, em seu tempo, crescia e se popularizava no Brasil. Em várias de suas crônicas, Guilherme exaltava o “football” e tecia comentários críticos a respeito dos desempenhos de clubes e atletas desse esporte.

16h – “A sociedade”: O colunismo social em Guilherme de Almeida
Por André Cáceres

O colunismo social não é algo novo. Guilherme de Almeida, já nos anos 1920, usava sua coluna “A sociedade”, n’O Estado de S. Paulo, para narrar os encontros sociais importantes entre políticos, artistas e autoridades em geral. As pequenas notas logo cresceram e se tornaram textos mais abrangentes, chegando a trazer, entre outros assuntos, crítica de arte, poesia e impressões pessoais diversas.

17h – A casa do poeta em suas crônicas jornalísticas
Por Marlene Laky

A “Casa da colina”, como Guilherme de Almeida se referia à sua residência na Rua Macapá, foi assunto de várias crônicas jornalísticas que o poeta publicou a partir do final dos anos 1940. Detalhes e vivências da moradia figuram em alguns dos mais icônicos escritos de Guilherme, como “Escada de minha mansarda” e “Dez versos para a casa da colina”.

18h – Guilherme de Almeida, crítico de cinema
Por Donny Correia

O pioneirismo jornalístico de Guilherme de Almeida o levou a inaugurar a crítica cinematográfica diária na coluna “Cinematographos”, em O Estado de S. Paulo, que assinou entre 1926 e 1942. Em suas críticas, Guilherme demonstrou uma curiosidade investigativa única na abordagem da estética dos filmes. Legou, ainda, textos brilhantes que dão conta, no calor do momento, de filmes hoje consagrados, como O encouraçado Potemkin e Cidadão Kane.

Grátis



André Cáceres é escritor e jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Autor do romance distópico Cela 108 (Multifoco, 2015) e coautor de Corações de Asfalto (Patuá, 2018), foi um dos vencedores do Concurso Scribe de Contos (2014) e do concurso Pauliceia 900 (2016). Publicado na antologia Além da Terra, Além do Céu (Chiado, 2016), atualmente escreve sobre literatura para o jornal O Estado de S. Paulo e trabalha em sua próxima ficção científica, Nebulosa. 

Donny Correia, poeta e cineasta, é mestre e doutorando em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em Letras – tradutor e intérprete pelo Centro Universitário Ibero-Americano (Unibero). Realizou os curtas experimentais Anatomy of decayBraineraserTotem (selecionado para a 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Prêmio Canal Brasil) e In carcere et vinculis. Publicou os livros de poesia O eco do espelho (2005), Balletmanco (2009), Corpocárcere (2013) e Zero nas veias (2015). É coordenador de programação da Casa Guilherme de Almeida.

Edvaldo Pereira Lima é referência em pesquisa e ensino de jornalismo literário. Escritor e jornalista, é, também, professor aposentado da USP. Atualmente, dirige o Curso de Pós-Graduação em Jornalismo Literário. Como autor, escreveu diversos livros teóricos e narrativas para o grande público.

Marlene Laky é jornalista, formada pela PUC-CAMP, e conservadora-restauradora formada pelo SENAI. É autora dos livros Mejias, lembrança de todos nós e Poemas sem conservantes. É conservadora-restauradora do acervo bibliográfico do Museu Casa Guilherme de Almeida, onde também ministra oficinas de reparos de livros. Já participou de projetos na área de conservação no IEB-USP, ministrou palestras e oficinas em vários museus da capital e interior paulistas, como Casa das Rosas, Oficina Mário de Andrade, ECA-USP, Sesc Ribeirão Preto, entre outros.

Sérgio Miranda Paz é graduado e doutor em turismo pela USP, onde defendeu tese sobre o futebol como patrimônio cultural do Brasil. Há 5 anos ministra oficinas a pessoas de terceira idade sobre a cultura do futebol e sobre a história dos bairros paulistanos.

 

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