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Palestra



“Se devoro o mundo, também o mundo me devora” – A antropofagia segundo Herberto Helder

25 de Outubro de 2018 | 19h às 21h
Por Izabela Leal

ANTROPOFAGIA E TRADUÇÃO

Neste ciclo de palestras, os ministrantes partem do conceito de antropofagia de Oswald de Andrade e avaliam a sua relevância para os estudos da tradução literária, abordando o tema de perspectivas distintas.


“Se devoro o mundo, também o mundo me devora” – A antropofagia segundo Herberto Helder

A palestra revela como a poética herbertiana se associa ao tema da antropofagia, que comparece na capa ou título de um livro e em inúmeros poemas. Encarada como um processo de metamorfose, a antropofagia assume diversas formas na obra desse poeta português, passando inclusive pela autodevoração, e pressupõe um sistema de trocas e assimilações múltiplas que desestabilizam as noções de propriedade e identidade. Se, por um lado, a antropofagia subentende, necessariamente, o desejo de absorção do outro, ela não pode ser lida na poética herbertiana como uma via de mão única, e sim como movimento complexo de atravessamento e predação entre o próprio e alheio.

Para fazer inscrição, clique aqui


Esta atividade poderá contar como crédito de horas para o Programa Formativo para Tradutores Literários.

Grátis

 

 

Izabela Leal é poeta e professora de literatura portuguesa da Universidade Federal do Pará e do Programa de Pós-Graduação em Letras (UFPA), onde desenvolve pesquisa sobre poesia contemporânea e tradução. É doutora em Letras pela UFRJ com tese sobre Herberto Helder. Organizou o livro Tradução literária, a vertigem do próximo (com Ana Alencar e Caio Meira, 2011) e No horizonte do provisório: ensaios sobre tradução (com Walter Costa e Mayara Guimarães, 2013) e Tradição e tradução: entre trânsitos e saberes (com José Guilherme Fernandes e Sylvia Trusen, 2016). Como poeta, teve poemas publicados em revistas literárias e em antologias publicadas no Brasil, México e Espanha. Recebeu o Prêmio Rio de Literatura pelo livro A intrusa (2016).

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