Parceria com a Universidade do Livro/Editora da Unesp
Datas e horários:
sexta-feira, 6 de novembro, das 19h às 21h (local: Universidade do Livro)
sábado, 7 de novembro, das 14h às 18h30 (local: Casa Guilherme de Almeida – Anexo)
Inscrições pelo site http://editoraunesp.com.br/unil/coloquio-traducao-e-edicao-06112015
Endereços:
Universidade do Livro
Praça da Sé, 108, 7° andar (esquina com a R. Benjamin Constant)
Casa Guilherme de Almeida – Anexo
Rua Cardoso de Almeida, 1943, Pacaembu
Após a finalização do trabalho do tradutor, o livro tem uma trajetória que pode influenciar decisivamente o resultado da tradução. Este colóquio pretende mostrar a visão do trabalho tradutório do ponto de vista dos editores e a imagem do processo editorial do ponto de vista dos tradutores. Em três mesas-redondas serão abordadas as especificidades do trabalho do tradutor e do revisor e/ou preparador de texto, bem como sua complementaridade. Por meio de depoimentos de editores e especialistas da área, pretende-se apresentar a historicidade do tratamento da tradução no mundo editorial.
Mediação
Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello
Sexta-feira, 6 de novembro
19h às 21h
A tradução e o contexto editorial. Aspectos históricos do tratamento da tradução pelas editoras. O lugar da tradução no processo editorial.
Por John Milton e Plinio Martins Filho
Sábado, 7 de novembro
14h às 15h30
A tradução do ponto de vista de um editor e preparador de texto. A edição e revisão do ponto de vista de um tradutor.
Por Cide Piquet e Sergio Tellaroli
16h às 17h30
A apreciação e a avaliação de traduções por editores e diretores de editora.
Por Ana Lima Cecílio e Jiro Takahashi
Esta atividade poderá contar como crédito de horas para o Programa Formativo para Tradutores Literários.
Ana Lima Cecílio é editora do selo de literatura Biblioteca Azul (Globo Livros), para o qual editou Honoré de Balzac, Marcel Proust, Samuel Beckett e Adolfo Bioy Casares, entre outros. Trabalhou na Editora Cosac Naify, com comunicação, e na revista Pesquisa FAPESP, editando a seção de ficção. Estudou na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) (1997-2000), onde foi bolsista de iniciação científica com a pesquisa “Voltaire e a intolerância religiosa”, sob orientação de Renato Janine Ribeiro.
Cide Piquet nasceu em Salvador em 1977. Estudou Letras na Universidade de São Paulo (USP) e desde 1999 trabalha na Editora 34, onde é editor. Publicou traduções de ensaios (Edmund Wilson, Charles Baudelaire e Joseph Conrad, entre outros), poemas (D. H. Lawrence, Raymond Carver e Pier Paolo Pasolini) e o livro Histórias para brincar, de Gianni Rodari. Ministrou cursos e palestras sobre edição, tradução e revisão de textos no Espaço Revista Cult e na Faculdade de Editoração da USP. Publicou o volume de poemas Malditos sapatos (Hedra, 2013) e atualmente se dedica à tradução de uma antologia poética de Raymond Carver.
Jiro Takahashi atua no mercado editorial desde 1966. Iniciou na Editora Ática, participando da criação de novos conceitos de Livro de Professor e Suplementos de Trabalho, das séries Vaga-Lume, Para Gostar de Ler e Autores Brasileiros. Atuou, também, na direção editorial da Abril Educação, Nova Fronteira, Ed. do Brasil, Ediouro e Editora Prumo/Rocco. Atualmente é editor executivo da Nova Aguilar. Fundou a Editora Estação Liberdade em 1990. É mestre em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e leciona nos cursos de Letras, Tradutor e Intérprete, do Unibero/Kroton, na Faculdade Paulista de Artes e em cursos de pós-graduação em gestão empresarial da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap).
John Milton é professor titular na Universidade de São Paulo (USP), onde ensina Literatura Inglesa e Estudos de Tradução. Entre suas publicações estão O poder da tradução (1993) (reeditado como Tradução: teoria e prática, em 1998 e 2010); Agents of Translation (org. com Paul Bandia, 2009); e Tradition, Tension and Translation in Turkey (com Şehnaz Tahir Gürçaglar e Saliha Paker, 2015). Traduziu Morte e Vida Severina, de João Cabral, para o inglês (Death and Life of Severino, 2003). Com Alberto Marsicano, traduziu para o português J. Keats (Nas asas invisíveis da poesia, 1998), W. Wordsworth (O olho imóvel pela força da harmonia, 2007) e P. B. Shelley (Sementes aladas, 2010).
Marcelo Tápia, poeta, ensaísta e tradutor, é graduado em Letras (Português e Grego) e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP). Autor de cinco livros de poemas, traduziu, entre outras obras, os romances Os passos perdidos (2008) e O reino deste mundo (2010), de Alejo Carpentier. É coorganizador do livro Transcriação (2013), de Haroldo de Campos. Tem ministrado cursos nas áreas de literatura e teoria da tradução em diversas instituições; atualmente, é professor convidado do Tradusp – Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da FFLCH-USP. Dirige o museu Casa Guilherme de Almeida – Centro de Estudos de Tradução Literária.
Plinio Martins Filho é docente na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e diretor-presidente da Edusp, onde participou da publicação de mais de mil livros (41 dos quais receberam o Prêmio Jabuti). Integra o Conselho Editorial e coordena a coleção “Artes do Livro” na Editora Ateliê. Preside a Editora COM-ARTE – editora-laboratório do curso de Produção Editorial da USP. É mestre (1987) e doutor (2006) em Ciências da Comunicação pela ECA-USP com trabalhos sobre história e técnicas da edição de livros. Publicou e organizou vários livros sobre o tema. Entre suas áreas de interesse se destacam a editoração e a história social do livro.
Sergio Tellaroli é formado em Letras (Alemão e Inglês) pela Universidade de São Paulo (USP) e atua como tradutor literário desde 1988, com diversos trabalhos publicados pela Companhia das Letras. Entre os autores que traduziu estão Goethe, Elias Canetti, Thomas Bernhard, Arthur Schnitzler e Robert Walser, entre outros. Trabalhou como editor assistente na Ática (1998-2001) e na Companhia das Letras (2003-2004), e foi editor na Conrad (2006-2007). Algumas obras traduzidas: Massa e poder(Elias Canetti, 1995); O náufrago e Origem (Thomas Bernhard, 1996 e 2006, respectivamente); Viagem à Itália (Goethe, 1999) e Jakob von Gunten (Robert Walser, 2011).
Simone Homem de Mello é autora e tradutora literária. Sua poesia está publicada nos livros Périplos (2005), Extravio marinho (2010) e Terminal, à escrita (2015) e em antologias brasileiras e estrangeiras. Escreveu os libretos das óperas Orpheus Kristall (composição de Manfred Stahnke, Munique, 2002), Keine Stille auβer der des Windes (composição de Sidney Corbett, Bremen, 2007) e UBU – Eine musikalische Groteske (composição de Sidney Corbett, Gelsenkirchen, 2012). Como tradutora, dedica-se à poesia moderna e contemporânea de língua alemã. Desde 2011, trabalha como coordenadora do Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida.
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