O Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Cultura, a Poiesis e a Casa Guilherme de Almeida convidam para a inauguração da Sala Cinematographos, que acontecerá no dia 30 de janeiro, a partir das 15h.
"Cinematographos” é o nome original da coluna que Guilherme de Almeida escrevia diariamente no jornal O Estado de S. Paulo entre os anos 1920 e os anos 1940, pioneira da crítica cinematográfica em nosso país.
Durante dezesseis anos ele produziu milhares de críticas de filmes das mais variadas origens e temas.
Com uma programação intensa e diversificada, a Sala Cinematographos vem resgatar esse ofício do poeta, propondo a difusão, o debate e a formação sobre o cinema e suas diversos aspectos.
Programa de Inauguração:
Haverá disponibilidade de 45 lugares sentados. Será instalado um monitor de TV na área externa, que transmitirá o evento no interior da Sala.
15h
Solenidade de abertura da Sala Cinematographos, com a presença do Secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Marcelo Mattos Araujo, e da Coordenadora da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico, Renata Motta.
15h30
Exibição do filme São Paulo, sinfonia da metrópole, de Rudolf Lustig e Adalberto Kemeny, com trilha sonora ao vivo por Livio Tragtenberg.
O documentário – considerado um marco na história do cinema brasileiro – será tema de palestra ministrada por Donny Correia, coordenador do Projeto Cinematographos, que incluirá leitura da crítica sobre o filme, publicada por Guilherme de Almeida.
17h
Palestra A fotografia e as transformações urbanas na capital paulista, por Luciana Fátima, sobre como as inúmeras transformações pelas quais a cidade de São Paulo passou ao longo de sua história e os registros fotográficos de tal evolução, permitem analisar o impacto no ambiente imaginário de alguns fotógrafos em diferentes momentos históricos.
17h40
Exibição do filme São Paulo, sinfonia e cacofonia, de Jean-Claude Bernardet, com a presença de seu diretor e da montadora Maria Dora Mourão.
19h
Encerramento.
Este evento é parte das celebrações do aniversário da cidade de São Paulo, em 25 de janeiro.
Donny Correia, poeta e cineasta, é mestre e doutorando em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em Letras – tradutor e intérprete pelo Centro Universitário Ibero-Americano (Unibero). Realizou os curtas experimentais Anatomy of decay, Braineraser, Totem (selecionado para a 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Prêmio Canal Brasil) e In carcere et vinculis. Publicou os livros de poesia O eco do espelho , Balletmanco, Corpocárcere e Zero nas veias. É coordenador de programação da Casa Guilherme de Almeida.
Jean-Claude Bernardet é romancista, crítico de cinema, roteirista e cineasta, autor de diversos livros de teoria e história do cinema e de prosa ficcional. É formado em artes gráficas pelo Senac e durante o exílio em Paris, nos anos 1970, estudou na École des Hautes Études en Sciences Sociales. Nos anos 1960 assinou o roteiro de O caso dos irmãos Naves, de Luís Sérgio Person e começou a lecionar na ECA/USP, pela qual se aposenta, em 2004. Foi um dos principais participantes da chamada "retomada" do cinema brasileiro, sobretudo ao realizar São Paulo, sinfonia e cacofonia e assinar como corroteirista de Um Céu de Estrelas, de 1995, e Através da Janela, 1999, filmes da diretora Tata Amaral.
Livio Tragtenberg é compositor, escritor, produtor musical e diretor de espetáculos multimídia. Compõe para cinema, vídeo, teatro, dança e cria instalações sonoras. Recebeu bolsas de composição de VITAE e Guggenheim Foundation. Criou a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo, criou também a Nervous City Orchestra em Miami, Berlinstrassemusiker Orchester em Berlim e a Orquestra Mediterrânea. Tem vários Cds editados, entre eles, OTHELLO. Tem vários livros editados, como O Oficio do Compositor Hoje e Música de Cena.
Luciana Fátima é mestre em Comunicação, especialista em Língua Portuguesa e Literatura. Autora dos livros Delírio, Poesia e Morte: a solidão de Álvares de Azevedo, Álvares de Azevedo: o poeta que não conheceu o amor foi noivo da morte e Extintas inscrições de sonhos mortos. Em coautoria com Arlindo Gonçalves, possui um projeto fotográfico chamado Diálogos com a Cidade, em que busca refletir imageticamente sobre cidades. Por essa iniciativa, publicaram o livro de fotografias e poemas Carinhas (os) Urbanas (os) e o diário In Vino Férias: Diário de dois perdidos na Itália.
Maria Dora Mourão é professora titular do Departamento de Cinema, Rádio e TV do ECA/USP. Fez Pós-Doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales - EHESS, Paris-França na área de cinema e novas tecnologias, além de doutorado e mestrado na área de cinema pela USP. Dedica-se ao ensino da teoria e prática da montagem tendo montado diversos filmes e vídeos culturais e de pesquisa, entre eles os documentários São Paulo, Sinfonia e Cacofonia dirigido por Jean Claude Bernardet e São Paulo Cinemacidade, dirigido por Aloysio Raulino. É organizadora de várias publicações no campo da Comunicação e tem artigos e capítulos editados em livros internacionais sobre o assunto.
CASA GUILHERME DE ALMEIDA
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