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Curso



CITRAT (USP) - CLÁSSICOS DA LITERATURA EM TRADUÇÃO COMPARADA

06 de Junho de 2016 | 14h às 16h
Aula 9

Parceria com a Universidade de São Paulo

CLÁSSICOS DA LITERATURA EM TRADUÇÃO COMPARADA
Coordenação: Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello

A tradução literária passa frequentemente despercebida, como ato invisível e transparente, na percepção do leitor e até mesmo da crítica. Por meio do cotejo de fragmentos de obras clássicas da literatura universal – desde a antiguidade até o modernismo –, o curso apresenta a variedade de opções textuais e de posições tradutórias reveladoras da responsabilidade do tradutor como (co)autor da obra traduzida. O panorama de obras focalizadas, com suas respectivas traduções e retraduções, também permite conhecer a contribuição fundamental dos tradutores brasileiros para a formação de uma literatura universal em língua portuguesa. Os tradutores e especialistas ministrantes abordarão textos de sua área de interesse e pesquisa. Este curso é organizado numa cooperação entre a Casa Guilherme de Almeida – Centro de Estudos de Tradução Literária e o Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT) da USP.


PROGRAMA

4 de abril: “Odisseia e Ilíada, de Homero”, por Marcelo Tápia

18 de abril: “Eneida, de Virgílio”, por João Angelo Oliva Neto 

25 de abril: “Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes”, por Sérgio Molina

2 de maio: “Sonetos de William Shakespeare”, por Paulo Henriques Britto

9 de maio: “Decameron, de Giovanni Boccaccio”, por Mauricio Santana Dias

16 de maio: “‘The Masque of the Red Death’, de Edgar Allan Poe”, por Eliane Fittipaldi

23 de maio: “Poemas de Charles Baudelaire”, por Álvaro Faleiros

6 de junho: “Poemas expressionistas alemães”, por Simone Homem de Mello

13 de junho: “Ulysses, de James Joyce”, por Maria Teresa Quirino

20 de junho: “‘Todesfuge”, de Paul Celan”, por Nelson Ascher

27 de junho: Aula de encerramento do curso, por Marcelo Tápia e Simone Homem de Mello

Alunos da Casa Guilherme de Almeida poderão receber bolsa integral para o curso. Faça a sua inscrição, até o dia 11 de abril de 2016.



Álvaro Faleiros é poeta, cancionista, tradutor e professor livre-docente de Literatura Francesa na USP. Entre sua produção como tradutor de poesia, destacam-se as publicações O bestiário, de Guillaume Apollinaire (1997), Kalevala: primeiro poema (2009) e Um lance de dados, de Mallarmé (2014).

Eliane Fittipaldi é mestre e doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), professora de Literatura e tradutora de mais de trinta livros do inglês e do francês para várias editoras. Fez parte da equipe que recebeu o Prêmio Jabuti na categoria “Tradução Científica”, em 1979.

João Angelo Oliva Neto é livre-docente em Letras Clássicas desde 2013 pela Universidade de São Paulo, onde obteve o título de Doutor (1999) e Mestre (1993), ambos em Letras Clássicas. Pesquisa gêneros da poesia antiga, tradução poética do grego e do latim e estudos de história da tradução de poesia greco-latina em português.

Marcelo Tápia, poeta, ensaísta e tradutor, é graduado em Letras (Português e Grego) e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP). Autor de cinco livros de poemas, traduziu, entre outras obras, os romances Os passos perdidos (2008) e O reino deste mundo (2010), de Alejo Carpentier. É coorganizador do livro Transcriação (2013), de Haroldo de Campos. Tem ministrado cursos nas áreas de literatura e teoria da tradução em diversas instituições; atualmente, é professor pleno do Tradusp – Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da FFLCH-USP. Dirige o museu Casa Guilherme de Almeida – Centro de Estudos de Tradução Literária.

Maria Teresa Quirino é professora, tradutora, especialista em estudos de tradução, mestre e doutora em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela USP. Foi bolsista da James Joyce Summer School 2010, na University College Dublin (Irlanda), do Intercultural Studies Group em Tarragona, Espanha, e da International House London em 2012.

Maurício Santana Dias é crítico literário e professor de Literatura Italiana na Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Entre suas obras publicadas como tradutor estão Primo Levi(2005), Trabalhar cansa, de Cesare Pavese (2009) e O príncipe, de Maquiavel (2010).

Nelson Ascher é tradutor, poeta, escritor, jornalista, crítico literário e de cinema. Filho de pais húngaros, seu nome se tornou expressivo como um dos grandes difusores da literatura húngara no Brasil, juntamente com Paulo Rónai (1907-1992), Paulo Schiller (1952), Ildikó Sütö (n.d.) e Ladislao Szabo (1958). Trabalhou na redação da Folha de S.Paulo entre 1980 e 2008, e foi mentor e editor da Revista USP.Colaborou com Boris Schnaiderman (1917) na tradução de A Dama de Espadas, de Aleksander Pushkin (1799-1837), que recebeu o Prêmio Jabuti de Tradução em 2000. Organizou, com Régis Bonvicino e Michael Palmer, a antologia Nothing the Sun could not explain: 20 Contemporary Brazilian Poets.

Paulo Henriques Britto, professor do Departamento de Letras da PUC-Rio, traduziu mais de 100 livros do inglês para o português, entre os quais os mais recentes são Poemas escolhidos. Seleção, tradução e textos introdutórios, de Elizabeth Bishop(2012), Diário de inverno, de Paul Auster (2014) e Grandes esperanças, de Charles Dickens (2012). É também poeta e contista, tendo publicado – entre outros – Em liten sol i flickan. Antologia poética (2015), Formas do nada (2012) e The Clean Shirt of It: poems of Paulo Henriques Britto (2007). Publicou, em 2013, o livro ensaístico A tradução literária.

Sérgio Molina nasceu passou pelos cursos de Ciências Sociais, Letras, Editoração e Jornalismo, sempre na USP. Iniciou sua carreira profissional como tradutor em 1986, especializando-se em narrativa espanhola e hispano-americana. Verteu desde então mais de oitenta livros, de autores como Jorge Luis Borges, Adolfo Bioy Casares, Alejo Carpentier, Rodolfo Walsh, Ricardo Piglia, Roberto Arlt, Max Aub, Ernesto Sabato, Mario Vargas Llosa, Luis Gusmán, César Aira, Tomás Eloy Martinez, Juan Pablo Villalobos e Javier Cercas. Sua tradução de D. Quixote foi reconhecida com o Prêmio do Jabuti (2004). Desde 2006, conjuga as atividades de tradutor e editor, tendo colaborado na Editora 34, Fap-Unifesp, Edições SM e Nova Aguilar.


Simone Homem de Mello é autora e tradutora literária. Sua poesia está publicada nos livros Périplos (2005), Extravio marinho (2010) e Terminal, à escrita (2015) e em antologias brasileiras e estrangeiras. Escreveu os libretos das óperas Orpheus Kristall (composição de Manfred Stahnke, Munique, 2002), Keine Stille auβer der des Windes (composição de Sidney Corbett, Bremen, 2007) e UBU – Eine musikalische Groteske (composição de Sidney Corbett, Gelsenkirchen, 2012). Como tradutora, dedica-se à poesia moderna e contemporânea de língua alemã. Desde 2011, trabalha como coordenadora do Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida.

 

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