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TEATRO E PERFORMANCE EM TEMPOS DE PANDEMIA: INOVAÇÃO E REINVENÇÃO

10 de Março de 2021 | 19h às 21h

Curadoria e mediação Rodrigo Bravo

Quartas-feiras, dias 3, 10, 17, 24 e 31 de março; 7 de abril, das 19h às 21h

A pandemia do Coronavirus modificou radicalmente muitos aspectos da vida contemporânea, dentre estes, a forma como produzimos/consumimos as chamadas artes performáticas, como o teatro, a performance art e a música. Muitos artistas se viram na necessidade de se adaptar à realidade de isolamento social e de reinventar completamente seu ofício, em aspectos que vão desde a concepção e a execução de trabalhos artísticos até o engajamento com o público e o aprendizado de novas ferramentas e habilidades. Diante desse contexto, o Ciclo de Debates "Teatro e Performance em tempos de Pandemia" busca reunir artistas brasileiros que tiveram suas vidas e trabalhos afetados pela pandemia com o objetivo relatar e dialogar sobre suas vivências com o público espectador e colegas de profissão.

PROGRAMAÇÃO:

 

Quarta-feira, 3 de março:

Processo criativo de montagem dos clássicos em novas mídias: Cia. Vento Áureo; Canto da Cabra. Com Rodrigo Bravo, Maria Vitória Laurindo Siviero, Caroline do Amaral, Ravenna Veiga e Taine Araújo

 

Quarta-feira, 10 de março:

Experimento cênico virtual para crianças e adolescentes: Coletivo “Sigo de Volta”. Com Leticia Cannavale, Ana Paula Anderson, Rafaela Ferreira, Isabella Moreira

 

Quarta-feira, 17 de março:

A performance musical no tempo da pandemia. Com Vitor Kisil e Vitor Araújo

 

Quarta-feira, 24 de março:

Contação de histórias na pandemia: Mães pretas contam. Com Silvaní Moreno

 

Quarta-feira, 31 de março:

Núcleo Experimental de Butô na pandemia. Com Thiago Abel, Bruno Z Maschio e Luana Couto

 

Quarta-feira, 7 de abril:

Gestão do espaço e grupos artísticos de ópera: Teatro São Pedro e EMESP Tom Jobim. Com Ricardo Appezzato


Para realizar sua inscrição, clique aqui

As conversas serão transmitidas online, através da plataforma Zoom.


Grátis

 

 


Ana Paula Anderson
é formada em Letras pela USP. Roteirista do departamento de criação da MTV Brasil de 2004 a 2010, criando e escrevendo vinhetas, minisséries e campanhas sobre música, humor e cidadania para público jovem. Roteirista freelancer desde 2010, escrevendo programas, documentários e institucionais para TV, rádio e web como "Mundo Sem Mulheres" (Globo/GNT), "Café Filosófico" e "Invenção do Contemporâneo" (TV Cultura), "Minha Canção" (Rádio Eldorado), "Xingu, o rio que pulsa em nós" (Instituto Socioambiental), "Instagram América Latina" (Instagram), entre outros. Autora de livros e zines que circulam em feiras de publicação independente como Plana Festival, Tijuana, Miolos e NY Art Book Fair. Educadora de tecnologias e artes no SESC-SP desde 2017, criando e ministrando cursos e oficinas nas áreas de roteiro e produção audiovisual, literatura, desenho, editoração, história da internet, privacidade online e segurança digital.

Bruno Z Maschio éDançarino e pesquisador do Núcleo Experimental de Butô desde 2016. Mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP, com enfoque nas articulações entre a antropologia e a arte, com a dissertação "Os Nomes de Arthur Bispo do Rosário". Também é artista inespecífico, articulando a pesquisa acadêmica com procedimentos de criação artística em campo ampliado: desenho, pintura, gravura, dança e performance. Foi residente do Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea no Rio de Janeiro e participou da mostra Verbo, na Galeria Vermelho.

Caroline do Amaral
é Performer e atriz. Integrante da Cia. Energós de Teatro, que estreia o trabalho “Minos” em sua versão online em março de 2021, com apoio do ProAC Expresso Lab. Desenvolve o projeto “O Amaral Amarelo”, que desde 2016 reúne poemas, performances e intervenções urbanas, com destaque para “Gestação” (2018), ação performativa realizada na Casa Líquida (SP). Estudou Artes Cênicas na PUC SP, Fundação das Artes de São Caetano do Sul e Galpão do Circo. Nos últimos anos, trabalhou como preparadora corporal e instrutora de circo.

Coletivo "Sigo de volta":
Experimento cênico virtual para crianças e adolescentes. Duas irmãs, diferentes mundos, um choque, faíscas: Giovana (Isabella Moreira) tem passado seus dias imersa num jogo de realidade virtual enquanto Úrsula (Rafaela Ferreira) está fazendo uma longa viagem de bicicleta. Quando elas se encontram virtualmente, após os embates iniciais, cada uma vai se deixando seduzir pelo universo da outra, o diálogo flui e as irmãs elaboram uma experiência em comum.

A Companhia de Teatro Vento Áureo foi fundada em 2018 por Rodrigo Bravo e Maria Vitória Siviero com o objetivo de criar trabalhos cênicos na intersecção do teatro, da música e da literatura e fomentar a divulgação das ciências humanas a partir de iniciativas de formação de público. Atualmente, a companhia tem se focado em dois projetos diferentes, sendo eles: a reconstrução criativa de textos clássicos da literatura para o palco brasileiro contemporâneo, por meio da tradução e adaptação cênica dos Hinos Homéricos e das tragédias Shakespereanas para o palco contemporâneo; e a criação de oficinas de escrita criativa e recitação performática e palestras on-line sobre temas variados de artes e ciências humanas, com o objetivo de fomentar a discussão desses temas com o público não especializado e atuar em sua formação cultural.

Isabella Moreira
é atriz e cantora, atua em teatro musical desde os 10 anos, tendo participado dos clássicos A Noviça Rebelde e Gypsy de Moeller & Botelho e O Rei e Eu de Jorge Takla, entre outros. Em 2016 participou de dois longas, É Fada e Eu Fico Loko. Na Televisão, fez AS AVENTURAS DE POLIANA no SBT.

Letícia Cannavale
é atriz formada pela CAL e arte educadora formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela UniRio, ambas na cidade do Rio de Janeiro. Coordenou o Ponto de Cultura Rede Moinho, entre 2008 e 2012, de onde saiu o CINEMA SEM FRONTEIRAS, frente artística que levou oficinas de cinema e de produção de curtas-metragens, feitos com equipamentos alternativos, para as escolas municipais e comunidades que ficam em área de grave risco no Município do Rio de Janeiro. Em 2014 idealizou e dirigiu, em parceria com Filipe Codeço, o solo performático PóS_Tudo, onde interpretava uma personagem que, inspirada nos livros de Zygmunt Bauman, tinha uma existência líquida e transitava entre o real e virtual através de projeções e videoarte performativas. Letícia tem 18 anos de carreira como atriz e trabalha como arte educadora há 14 anos oferecendo oficinas em diversos formatos buscando sempre um espaço onde a arte se comunique diretamente com o espírito humano. No teatro já trabalhou com nomes importantes como, João Fonseca, Jô Bilac, Alexandre Mello, Alexandre Elias, Roberto Bomtempo, Renato Farias e Renato Livera. Trabalha no cinema e na TV desde 2006 e recentemente esteve no ar em AS AVENTURAS DE POLIANA no SBT interpretando a atrapalhada personagem Claudia.

Luana Couto
é Pesquisadora interessada em estudos sobre o corpo e produção de subjetividade, colaboradora do Núcleo Experimental desde 2020. Mestre em Direito pela PUC-Rio, na linha de pesquisa 'teoria do direito, ética e construção da subjetividade', com a dissertação 'margens: entre o humano e o animal'. É também professora e acrobata. Integrante do Grupo DeVoar (RJ), realiza espetáculos e investigações de criação em dança aérea. Idealizadora da página 'ensaios de criação', articula arte e filosofia a partir da implicação do corpo em paisagens temporárias.

Maria Vitória Laurindo Siviero
é Atriz, graduada em Teatro (2013), mestra (2017) e doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Semiótica e Linguística Geral da Universidade de São Paulo; pesquisadora de semiótica do discurso performático nas artes cênicas e na música. Professora convidada da pós-graduação em música popular da faculdade Santa Marcelina. Membro do Grupo de Estudos de Poéticas Experimentais (GEPOEX) vinculado ao Departamento de Linguística da FFLCH-USP. Performou como atriz em montagens teatrais como Chão e Silêncio (2013), junto do Núcleo Macabéa, dirigido por Rudinei Borges; o espetáculo Marat/Sade (2013-2014), com a Cia Chicote de Teatro, direção de Simoni Boer; além das recitações performáticas dos Hinos Homéricos (2019), e a performance online Louvor às Deusas (2020), com a Companhia de Teatro Vento Áureo, com direção de Rodrigo Bravo.

Núcleo Experimental de Butô: 
Laboratório político-performático existente desde 2014 que busca por meio de três frentes  – pesquisa, criação e formação – um processo investigativo afinado às proposições reflexivas do fundador da Dança Butô, Tatsumi Hijikata, em busca de portas de acesso em direção a um fazer político-artístico afinado aos princípios e procedimentos de criação deste dançarino japonês após mais de trinta anos de seu falecimento, em outro contexto histórico, cultural e geográfico. Ciente da impossibilidade de acessar a densidade e profundidade do projeto via o extenso material fílmico e fotográfico presente na Internet, o Núcleo tem como objetivo deslocar a percepção daqueles que ainda se inquietam com o Ankoku Butô (Dança das Trevas) em direção a mídias reflexivas, atualizadas e atentas aos princípios iniciais do projeto, objetivando um porvir para além da ideia de dançar Butô, focado em um jogo de revolução através da dança, libertando-se dos sistemas de poderes que sitiam a vida, reiterando toda a densidade, intensidade e potencialidade da existência.

O Canto da Cabra:
Processo criativo em andamento a partir de personagens femininas das tragédias da Orestéia, de Ésquilo: Cassandra, Clitemnestra e Electra. A investigação dialoga com a tecnologia e com temas do feminismo contemporâneo, através de elementos do teatro e da performance. Teve sua primeira abertura de processo no Tucarena (São Paulo,2019) com orientação de Antônio Rogério Toscano, a partir da tragédia Agamemnon, a primeira da trilogia. Um de seus desdobramentos é o livro/ sequência de videoperformances ‘’O Silêncio de Cassandra’’ (Mocho Edições, 2020), da artista Ravenna Veiga, contemplado pelo ProAC (2019).

Projeto Eunarradora Mães Pretas Contam:
este projeto representa um debruçar sobre a oralidade negra feminina. Mais um ato de recuperar “nossa história escondida”, como anseia a escritora Grada Kilomba, e tirar-nos do lugar de silenciamento. As Mães Pretas do período colonial são inspiração para este projeto. Aqui, elas não são vistas como um símbolo da mulher escravizada passiva ou mito da falsa democracia racial, mas como símbolo da mulher intimamente ligada à manutenção da vida, branca e negra. Não eram somente seus leites que alimentavam, mas também toda a potência das histórias que contavam. 

Rafaela Ferreira
é atriz e educadora. Graduada em Artes Dramáticas e especializada em Psicopedagogia. Na televisão, interpretou as personagens, Nanci em As aventuras de Poliana (SBT), Juju em Malhação ID (Globo), Penélope em Rebeldes (Record), e participou das produções: Adorável Psicose (Multishow), Dupla Identidade, Aquele Beijo e Zorra Total (Globo). No teatro, integra o elenco da peça "Se existe eu ainda não encontrei" de Nick Payne, com direção de Daniel Alvim. Atuou nas peças "A Diferença Selvagem" e "Leda Lingueta" de Lucio Manfredi, com direção de Monique Bernal e Anderson Oliveira, e Segura essa Marimba! de Oscar Saraiva. É educadora desde 2011, em projetos como: Piá - Programa de iniciação artística da SMC/SP, Mostra Antro Hilda Hilst, Olhares Cruzados na Diversidade de SP, Feira do Livro Infantil de Salvador, Festival CineAdapt, Cia. Ato Livre, entre outros.

Ravenna Veiga
é Performer e escritora, contemplada pelos editais Arte Como Respiro (2020) - Itaú Cultural, por ‘’Futuro (6 caracteres)’’ e ProAC, por ‘’O Silêncio de Cassandra’’. Selecionada para a coletânea do Prêmio Off Flip 2021 com ‘’Eu não sou Antígona’’. Participou do recital do VI Encontro de Tradução dos Clássicos no Brasil, com ‘’Louvor às Deusas’’, na Casa Guilherme de Almeida cantando hinos homéricos em grego antigo (dir. Rodrigo Bravo). Cursou Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP.

Ricardo Appezzato
é 
Mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais, na área de Performance Musical, Especialista em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Bacharel em percussão pelo Instituto de Artes da Unesp. Tem desenvolvido importantes trabalhos na área de difusão artística e educação musical. Atualmente é Gestor Artístico da Santa Marcelina Cultura, organização social responsável pela gestão do Theatro São Pedro, EMESP – Tom Jobim, Guri Santa Marcelina e do Theatro Municipal de São Paulo.

Rodrigo Bravo
 é Bacharel em Letras Clássicas e Mestre em Linguística pela USP, onde realiza pesquisa de Doutorado em Estudos da Tradução. Professor de escrita criativa do curso de pós-graduação em Música Popular - Rock da Faculdade Santa Marcelina. Autor de livros, ensaios e artigos sobre tradução e crítica literária, tendo traduzido a obra completa do poeta grego Rufino (publicada em 2018 em Um Livro para Rufino, pela editora Córrego) e as tragédias Hamlet e Romeu e Julieta, de William Shakespeare (com publicação programada para 2021, pela Mocho Edições). Co-criador e editor da revista online bilíngue Saccades, periódico voltado à tradução da poesia Brasileira e Americana contemporâneas. Dedica-se atualmente a tradução e adaptação da coletânea dos Hinos Homéricos e das obras de William Shakespeare para o teatro contemporâneo. Membro fundador da Cia. Vento Áureo de Teatro, pela qual dirigiu os espetáculos Hino a Dioniso (2019), Hinos Homéricos: a tradução do pensamento mítico (2019) e Louvor às Deusas (2020). Criador e coordenador do selo literário Pythia, da Mocho Edições, dedicado à tradução e à publicação de obras literárias.

Silvaní Moreno
é Artista de teatro, narradora de histórias e professora de arte. Atriz com formação na Escola Livre de Teatro (ELT), bacharelado e licenciatura pela Universidade Anhembi Morumbi e especialização em narração de histórias pela A’Casa Tombada. É co-fundadora da Cia. Teatral Casa de Marias, grupo em que atua como atriz-pesquisadora e produtora; como narradora de histórias na Cia. Alcina da Palavra e como professora de arte na Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Atualmente pesquisa a oralidade produzida por mulheres migrantes nordestinas moradoras de periferias, coletando histórias de vida e memórias que compõem o Projeto EuNarradora Mães Pretas Contam.

Taine Araújo
 é Artista do corpo e cineasta, trabalhou na montagem do documentário Evoé (Museu da Língua Portuguesa); direção e roteiro do curta-metragem EVA (Cinesala); direção de Ao Lado (Cine Olido, CCSP, CINUSP e Casa Líquida), selecionado pelo 30° Festival Internacional de Curtas Metragens; e, direção de arte e figurino de Estado de Neblina (Cinemateca Brasileira, CCSP, CINUSP, Cine-Tenda e Cinesesc), selecionado pela 22° Mostra de Cinema de Tiradentes e pelo 30° Festival Internacional de Curtas. É atriz da Cia. Solitária e do Teatro Popular Solano Trindade.

Thiago Abel
é Coordenador e dançarino do Núcleo Experimental de Butô. Doutorando em Comunicação e semiótica pela PUC-SP com a tese "Butô como micropolítica do corpo:  experiências (po)éticas e epistemológicas". Mestre em Artes da Cena pela UNICAMP com a dissertação “(Po)éticas do ctônico: primeiros movimentos do butô no Brasil”. É também ator, performer e professor, colaborando desde 2008 com companhias cênicas e instituições de ensino das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Londrina, Belo Horizonte, Fortaleza, Cusco (Peru) e Hidalgo (México).

Vitor Araújo
é compositor, orquestrador e pianista, nascido em Recife e radicado em São Paulo. Tem 3 discos lançados desde 2008, sendo o primeiro deles como intérprete e os dois seguintes como compositor. Artista de formação erudita, premiado em diversos em concursos de piano na sua infância e juventude, transita hoje com facilidade entre o clássico e o experimental, e seus trabalhos carregam a forte marca do hibridismo entre diferentes linguagens musicais. Como pianista, se especializou em música brasileira, interpretando peças de Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, O. Lorenzo Fernandez, Cláudio Santoro e Edino Krieger. Como compositor, trabalha com um leque amplo de procedimentos, sofrendo influência dos impressionistas franceses às vanguardas eletro-acústicas, da música textural de György Ligeti ao minimalismo norte-americano. Recentemente, foi contemplado com o prêmio Natura Musical, que patrocinou seu último trabalho: "Levaguiã Terê", álbum duplo que consiste de obras sinfônicas escritas por Araújo a partir de um estudo do Brasil contemporâneo e das polirritmias advindas das religiões de matrizes africanas e indígenas, unindo assim a tradição da música erudita brasileira em abordar o folclore no seio das possibilidades da música culta com os desdobramentos da eletro-acústica e a música experimental do fim do século XX e começo do terceiro milênio.

Vitor Kisil
é Compositor, intérprete, pesquisador e professor com atuação em diversas formas de manifestação musical, como desenvolvimento e apresentação de performances interativas, criação de trilhas para curtas-metragens e apresentações musicais como intérprete e criador. É mestre e doutor em música pela USP. Em 2007 seu projeto de mestrado foi premiado pelo Itaú Cultural com o Programa Rumos Arte Cibernética. Foi contemplado com prêmios de melhor trilha sonora para curta-metragens em festivais no país e no exterior. Atua regularmente em grupos de arte interativa como compositor e responsável pela elaboração e desenvolvimento das ferramentas de processamento e manipulação de áudio em tempo real. Já se apresentou em importantes eventos nacionais e internacionais como o FILE SP e RJ; Re:New Digital Arts Festival (Copenhague, Dinamarca), Sound and Music Computing Conference (Porto, Portugal), Festival Internacional de la Imagen (Manizales, Colômbia) e como integrante do grupo MOBILE realizou a turnê do espetáculo Transparências - apresentado em Belfast (Irlanda do Norte), Seia e Aveiro (Portugal) e Bilbao e Barcelona (Espanha). Foi professor do curso de Música Eletrônica da Universidade Anhembi Morumbi entre 2015 e 2019. Em 2020, lançou seu primeiro álbum musical solo: "Convergência Procedimental: Registro, Performance e Escrita em Processamentos Musicais".

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