Sábados, 6, 20 e 27 de novembro; 4 de dezembro, das 15h às 18h
A maior metrópole do país, e também uma das mais solitárias do mundo, é tema deste curso que exibirá e comentará momentos específicos das representações cinematográficas de São Paulo, evidenciando a evolução e o crescimento da cidade, relacionados diretamente com a postura insulada e impessoal de seus habitantes.
1) José Medina e a cidade que cresce: exibição dos curtas O Exemplo Regenerador (1919) e Fragmentos da Vida (1929), com comentários a partir da crítica de Guilherme de Almeida ao último filme.
2) São Paulo, Hollywood Babélica: exibição do longa Na Senda do Crime (1954), de Flaminio Bollini Cerri, com a história detalhada da Vera Cruz.
3) Deus e o Diabo na Noite Vazia: exibição do longa Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri, com contextualização do embate entre o cinema independente paulista e o Cinema Novo, do Rio de Janeiro.
4) A máquina de moer brios: com exibição do longa São Paulo, Sociedade Anônima (1965), de Luís Sérgio Person, com comentários a respeito dos contrastes gerados pela nova industrialização de São Paulo representados num drama urbano que sintetiza os subtextos dos filmes anteriores.
A atividade será transmitida por meio da plataforma Zoom.
A atividade será realizada na Sala Cinematographos do Anexo da Casa Guilherme de Almeida, disponibilizando-se 10 vagas para participação presencial, a serem preenchidas por ordem de inscrição. Endereço: Rua Cardoso de Almeida, 1943 – Perdizes/SP
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Grátis
Donny Correia é mestre e doutor em estética e história da arte pela USP e crítico de cinema. Também é escritor e poeta, tendo publicado, entre outros, "Corpocárcere" (2013) e "Zero nas Veias" (2015). Em 2013, tornou-se o primeiro brasileiro a ter um poema selecionado pela NASA para ser enviado a Marte a bordo da sonda MAVEN. Publica ensaios e resenhas em periódicos como O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e Psicologia em foco (PUC-PR). Também atua como professor de História e Linguagem do Cinema em instituições diversas como FMU, Academia Internacional de Cinema e Sesc. Em 2016 publicou uma compilação das críticas cinematográfica do poeta modernista Guilherme de Almeida, lançada pela editora Unesp: Cinematographos de Guilherme de Almeida - antologia da crítica cinematográfica. Sua obra mais recente, publicada em 2018, é "Cinefilia crônica: comentários sobre o filme de invenção".
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Visitação até 8 pessoas
Terça a sexta-feira, das 10h às 17h30
Sábados, domingos e feriados, às 11h, 14h e 16h
OUVIDORIA
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