A tradução como recriação do “mesmo” em outro idioma é o ponto de partida desta palestra, que pretende contrapor argumentos contra a tradução de poesia por parte de alguns pensadores, como Vladimir Nabokov e André Lefevere, a posições teóricas representadas por Haroldo de Campos, em torno dos conceitos de isomorfia e paramorfia, e de Henri Meschonnic, acerca do marcado e do não marcado. A palestra, aberta ao público em geral, também serve como introdução teórica à oficina de tradução de poesia de língua inglesa a ser ministrada nas semanas subsequentes.
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A atividade será realizada por meio da plataforma Zoom.
Esta atividade conta como crédito para o Programa Formativo para Tradutores Literários e para o Programa de Aprimoramento em Tradução Literária.
Grátis
Paulo Henriques Britto é professor de tradução, criação literária e literatura na PUC-Rio. Publicou sete livros de poesia, dois de contos e três de ensaios. Já traduziu mais de 120 livros do inglês, de ficção, não-ficção e poesia. Ganhou diversos prêmios literários, entre eles o Portugal Telecom, o da Associação Paulista de Críticos de Arte e o da Fundação Biblioteca Nacional.
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