Organização e moderação: Marlova Aseff
Em palestras e mesas-redondas ao longo de todo o ano, tradutoras e pesquisadoras falam sobre a sua própria teoria da tradução e dialogam com interlocutoras de sua escolha sobre a relação entre teoria e prática, sobre os limites e desafios a serem superados no fazer tradutório e a especificidade da criação literária intrínseca à arte da tradução.
Esta atividade conta como crédito para o Programa Formativo para Tradutores Literários e para o Programa de Aprimoramento em Tradução Literária.
Para realizar a sua inscrição, clique aqui.
A atividade será realizada por meio da plataforma Zoom.
Grátis.
Marlova Aseff é doutora em Literatura e em Estudos da Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina. Traduz ficção e não-ficção do espanhol. No âmbito acadêmico, traduziu artigos de Antoine Berman e o livro Traduzir o Brasil literário, de Marie-Helene Torres. Também publicou o ensaio “Três escritores-tradutores no cenário literário brasileiro contemporâneo”, resultante de um projeto selecionado pelo Rumos Literatura do Itaú Cultural (Iluminuras, 2009). Organizou os livros Memória de Tradutora, com Rosa Freire D`Águiar (2004) e O Nome do Jogo, crônicas sobre esporte e literatura, de Ruy Carlos Ostermann (1998). Mantém desde 2016 o site www.poesiatraduzida.com.br.
Nina Rizzi (Campinas, 1983), é uma historiadora, editora, poeta e tradutora brasileira. Bacharel e licenciada em História pela UNESP e mestra em Literatura Comparada pela UFC, desenvolveu pesquisas em história, cultura e educação junto ao MST[e com grupos de mulheres através do "escreva como uma mulher": laboratório de escrita criativa. Tem poemas, textos e traduções publicados em diversas revistas, jornais, suplementos e antologias no Brasil, Argentina, Chile, México, Peru, Espanha, Portugal, Suécia, Moçambique e Angola. Integra a coletiva "Pretarau": Sarau Das Pretas - e é uma das articuladoras do Sarau da B1 (Fortaleza/ CE).
Marília Garcia (Rio de Janeiro, 1979) é poeta, artista e tradutora. Autora dos livros 20 poemas para o seu walkman (Cosac Naify/ 7letras, 2007), Engano geográfico (7letras, 2012), Um teste de resistores (7letras, 2014), Paris não tem centro (7letras, 2016), Câmera lenta (Companhia das letras, 2017) e Parque das ruínas (Luna Parque, 2018). Faz performances, falas e apresentações ao vivo, e trabalha com vídeo e outras mídias, como a fotografia. Com formação acadêmica na área de Letras, lecionou na Escola de Artes e Letras da UNIRIO (RJ), na pós-graduação em Formação do escritor no Instituto Vera Cruz (SP) e em outras oficinas de escrita. Trabalha no mercado editorial com edição e tradução.
Francesca Cricelli, poeta, pesquisadora e tradutora literária, nasceu em 1982 em Ribeirão Preto. Doutora em Letras Estrangeiras e Tradução pela Universidade de São Paulo, publicou os livros Repátria (Demônio Negro, 2015), 16 poemas + 1 (edição de autora, 2017 e 2018), As curvas negras da terra (Nosotros, 2019) e Errância (Macondo e Sagarana forlag, 2019). Atualmente vive na capital mais ao norte do mundo, Reykjavík, onde estuda língua e literatura islandesas na Universidade da Islândia.
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