Quintas-feiras, 3, 10, 17 e 24 de novembro, das 19h às 21h
Encerramento no sábado, 26 de novembro, às 15h
Neste curso examinam-se as manifestações do gênero horror nos longas-metragens brasileiros, visando à elaboração de um panorama histórico desses filmes e à proposição de um modelo descritivo para as configurações do horror ficcional no cinema nacional. Para isso, parte-se dos estudos de gêneros cinematográficos, de história do cinema mundial e brasileiro, procurando-se desenvolver ferramentas de análise que permitam elaborar um panorama dos filmes e explorar a possibilidade de se falar de estilos especificamente brasileiros para o tratamento cinematográfico do horror.
O curso será realizada por meio da plataforma Zoom.
No encerramento do curso, dia 26 de novembro, será exibido na Sala Cinematographos o longa-metragem Quando eu era vivo, de Marco Dutra, com a presença do diretor. O filme, que é a adaptação livre de um romance de Lourenço Mutarelli, teve sua estreia mundial no Festival de Roma, em 2014. Após a exibição, Laura Cánepa e Marco Dutra conversam sobre o filme.
Quando eu era vivo, Brasil, 2014, 1h25min
A exibição será realizada na Sala Cinematographos do Anexo da Casa Guilherme de Almeida. Endereço: Rua Cardoso de Almeida, 1943 – Perdizes/SP.
Grátis.
Laura Cánepa é jornalista e pesquisadora de cinema. É Doutora em Multimeios pelo IAR-Unicamp (2008), Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP (2002) e graduada em Jornalismo pela FABICO-UFRGS (1996). Concluiu, em 2014, Pós-Doutorado no Departamento de Cinema, Televisão e Rádio da ECA-USP, sob a supervisão de Rubens Machado Jr. Em 2019, foi pesquisadora visitante na School of Languages, Cultures and Societies da Universidade de Leeds, sob a supervisão de Stephanie Dennison. Atualmente, atua como Coordenadora e Docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi.
Marco Dutra é cineasta, compositor e membro do coletivo Filmes do Caixote; cresceu fascinado pelos gêneros de horror e fantasia, e essa influência é evidente em seus filmes, que trazem sombras e fantasmas (reais e imaginários) para os espaços domésticos da classe média. Em 2017, seu conto de fadas de horror “As Boas Maneiras”, codirigido por Juliana Rojas, ganhou o Leopardo de Prata no Festival de Locarno, com júri presidido pelo cineasta francês Olivier Assayas. Anteriormente, Dutra e Rojas colaboraram em “Trabalhar Cansa”, que estreou em Cannes na mostra Un Certain Regard em 2011 e foi finalista do Sundance/NHK Award. “Todos os Mortos” marca a primeira codireção de Dutra e Caetano Gotardo, e estreou em fevereiro de 2020 na Competição Oficial do Festival de Berlim. Os três longas foram produzidos por Sara Silveira e Maria Ionescu. Os projetos solo de Marco incluem o suspense “Quando Eu Era Vivo” (2014), com Antonio Fagundes e Sandy, e o thriller da Netflix “O Silêncio do Céu” (2016), com Leonardo Sbaraglia e Carolina Dieckmann, ambos produzidos por Rodrigo Teixeira, com quem Marco trabalha em diversas parcerias há mais de 15 anos – entre elas a série “O Hipnotizador”, da HBO. Marco também lançou, como criador e diretor geral, a série de horror “Noturnos” (
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