Quartas-feiras, 16, 23 e 30 de novembro, 7, 14 e 21 de dezembro, das 19h às 21h
Módulo: "O diário como gênero moderno”
Um diário se constitui de vestígios de escrita nos vestígios dos dias, num fluxo mais ou menos regular e de um ponto de vista íntimo e particular que, não raro, tende a se tornar público no caso de escritores, seja pelo interesse na pessoa do autor ou pelos contextos imediatos que os relatos descrevem. A hipótese deste curso é a de que a forma imprecisa e fragmentária desses registros denota sintomas da modernidade, da cisão do sujeito moderno em relação a si mesmo e ao mundo que o cerca, de uma estética que vacila entre a memória e o futuro, entre a tradição e a novidade.
Obras abordadas
1. Isabelle Eberhardt – Diários de viagem
2. Etty Hillesum – Uma vida interrompida: Diários (1941-1943)
3. Roland Barthes – Diário do luto
4. Lima Barreto – Diário do Hospício
5. André Gide – Diário dos moedeiros falsos
6. Mario Levrero – O romance luminoso
A atividade será realizada por meio da plataforma Zoom.
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Grátis
André do Amaral é mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e doutor em Letras pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Há cinco anos dedica-se ao estudo da Poesia Experimental Portuguesa, mais especificamente à obra poética de Ana Hatherly. É também poeta, com dois livros publicados: Fio no Pescoço (2009) e Panapaná: desenho pedagógico (2019).
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