Organização e mediação: Dayanne da Silva Santos
Com Brena Maria Amorim Santos, Luís Eduardo da Silva Costa e Raimundo Quilombola
Por meio do pássaro Sankofa como base ancestral, as pessoas são convidadas a participar de uma roda de conversa que envolve vivências, saberes e fazeres na luta contra o racismo no Brasil. O racismo é a expressão de muitas dores coloniais que desumanizam e rebaixam outras humanidades ainda no século XXI; assim, é importante sermos sementes teimosas que germinam e resistem onde ninguém mais acredita que isso seja possível. Essa roda de conversa será um espaço de trocas afetivas e revolucionárias, em expressão ao oriki “Exu matou um pássaro ontem, com uma pedra que só jogou hoje”.
A atividade será realizada por meio da plataforma Zoom. Será disponibilizada tradução em Libras.
Inscrições até 11/12. Para se inscrever, clique aqui.
Grátis.
Brena Maria é uma atriz e poeta maranhense. Realiza trabalhos na área do teatro, audiovisual e na literatura. Participou do curta Esperança (2019, Casa das Pretas / LabCine), no papel de Esperança Garcia, e do filme De Repente Drag (2019, dir. Rafaela Gonçalves / Matraca Filmes) , pelo qual recebeu o prêmio Volta de melhor atuação no cinema em 2022 e o prêmio de melhor atriz no Festival Guarnicê de Cinema 2023. Integra da Cia Chão de Cozinha e é finalista do Slam de Cria- Coliga+FLup23 como representante do Nordeste.
Dayanne da Silva Santos é mulher negra, educadora popular, poeta, mãe, integrante do Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA/UFMA), integrante do LUTA/UFRGS, doutoranda em sociologia pelo PPGS/UFRGS e filha da Tenda Nossa Senhora dos Navegantes no território quilombola Santa Rosa dos Pretos/MA.
Luís Eduardo da Silva Costa é licenciado em Ciências Sociais (UFMA), mestrando em Direitos Humanos (PPGDH/UFPB) e Integrante do Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA/UFMA) e do GESTAR/UFPB.
Raimundo Quilombola, nascido e criado no Quilombo Rampa, no município de Vargem Grande, no Maranhão, é um jovem comunicador, liderança quilombola e ativista negro. Ele é um dos idealizadores da do projeto Rádio e TV Quilombo Rampa, um projeto de comunicação comunitária jovem que busca mostrar a voz das comunidades quilombolas da região como forma de luta contra o racismo, racismo ambiental, preconceito e falta de visibilidade cultural.
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