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VOZES DE OXUM | Terra indígena Rio Pindaré (MA) e Povo indígena Puri (MG)

20 de Junho de 2024 | 19h às 21h
Com Djelma Viana Guajajara e Akayá Kapió Puri

Concepção e mediação: Dayanne da Silva Santos e Anacleta Pires da Silva
De maio a dezembro de 2024

 

Ora yêyê ô! Mamãe Oxum! Oxum é a orixá mãe, ela tem sua existência ligada aos rios, às águas doces, sendo ela mesma o próprio rio. Pedimos licença aos rios, cachoeiras, poços d’água e igarapés para compartilhar saberes e fazeres em um cuité de encontros entre mulheres que são linha de frente na defesa de seus corpos, comunidades, terreiros e territórios tradicionais. 

 

Durante as rodas de conversas, realizadas em frequência mensal, as convidadas compartilham histórias, ontologias, força e axé que travam nas lutas em defesa de suas comunidades, seja ensinando, cantando, plantando, amando, ocupando, costurando ou rezando. Cada narrativa aqui anuncia formas de existir e de resistir. Cada narrativa representa uma das nossas maiores ações contracoloniais, aquelas que nos mantêm vivas, ampliando caminhos políticos e encantados de existência para os povos de Pindorama e da diáspora, onde juntas escrevivemos caminhos de vida e de defesa da mãe natureza, formando assim alianças contra o racismo e qualquer outra forma de opressão.

 

As atividades serão realizadas na plataforma Zoom.

 

Terra indígena Rio Pindaré (MA) e Povo indígena Puri (MG)

Segunda-feira, 20 de junho, das 19h às 21h

Com Djelma Viana Guajajara e Akayá Kapió Puri


Para se inscrever, clique aqui.

 

Será disponibilizada tradução em Libras.

 

Essa atividade faz parte do ciclo "Territórios fora da moldura". Confira o programa completo neste link.


Grátis.

 

Akayá Kapió Puri é mulher preta, originária, mãe multiartista, ativista pelo bem viver e regeneração da terra, liderança espiritual da ordem ancestral, curandeira na linha da pajelança e educadora popular.

 

Anacleta Pires da Silva é mulher negra, quilombola, educadora popular, pedagoga, defensora popular de direitos da natureza, lavradora, poetisa, coureira, compositora e cantora, instrumentista. Filha de mãe África, descendente de escravizados e escravizadas nas senzalas, nasceu e criou-se no Território Quilombola de Santa Rosa dos Pretos, Itapecuru-Mirim (MA). também integra o Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA), da Universidade Federal do Maranhão.

 

Dayanne da Silva Santos é mulher afro-indígena, mãe, educadora popular, socióloga e de terreiro. Integra o Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA), na Universidade Federal do Maranhão, e o Laboratório Urgente de Teorias Armadas (LUTA/URGS), além de coordenar o coletivo Encontros Marginais.

 

Djelma Viana Guajajara, liderança, comunicadora popular e semente teimosa da Terra Indígena Rio Pindaré (MA), é estudante de Administração pela UEMA. 

 

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