Nos meses de março e abril, o tema central será Mulheres e Modernismo.
A participação feminina nas artes brasileiras nas primeiras décadas do século XX é amplamente reconhecida, com nomes como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lina Bo Bardi ocupando lugar de destaque na memória cultural. O modernismo, em particular, recebe atenção especial no ensino de arte e cultura nas escolas. No entanto, esse cânone também evidencia um contraste: muitas artistas permanecem pouco conhecidas ou apagadas da história. As atividades propostas buscam refletir sobre as condições, negociações, presenças e ausências na produção artística das mulheres, ampliando as perspectivas sobre sua contribuição ao modernismo e à cultura.
Curso
ENTRE O VISÍVEL E O INVISIBILIZADO: A ARTE DAS MULHERES MODERNISTAS
Com Bruna Fernanda Vieira, Michele Petry e Sophia Faustino
Quarta-feira, 12 de março, e quintas-feiras, 27 de março e 10 de abril | 19h às 21h
Ao pensar na produção feminina no modernismo do Brasil, os nomes de Tarsila do Amaral e Anita Malfatti logo vêm à mente. No entanto, outras artistas também desempenharam papéis fundamentais nesse movimento, embora suas contribuições tenham sido ofuscadas por um contexto artístico predominantemente masculino. Este curso explora a trajetória e produção das artistas conhecidas e também de duas que foram “esquecidas”, Regina Gomide Graz e Zina Aita, destacando uma nova perspectiva sobre o modernismo brasileiro e a importância das mulheres na formação da arte nacional.
Encontro 1: Tarsila do Amaral
Encontro 2: Anita Malfatti
Encontro 3: Regina Gomide Graz e Zina Aita
A atividade será realizada pela plataforma Zoom.
Para se inscrever, clique aqui.
Bruna Fernanda Vieira é pesquisadora, curadora e educadora. É mestre em Filosofia pelo programa de Culturas e Identidades Brasileiras e doutoranda no Programa Interunidades em Estética e História da Arte, ambos pela USP. Possui graduação em História pela FFLCH USP e realizou intercâmbio acadêmico em História da Arte na Universidade do Porto, em Portugal. Atualmente, faz parte da equipe de gestão do espaço de arte independente Ateliê397 e é mediadora no grupo de acompanhamento para artistas Clínica Geral.
Michele Petry é historiadora com pós-doutorado na Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica no Museu de Arte Contemporânea da USP. Doutora em Educação pela UFSC, mestre em Educação e História e graduada em Letras pela mesma instituição e em História pela UDESC. Escreve e publica sobre arte, artistas e exposições. Integra a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA).
Sophia Faustino é poeta e pesquisadora formada em Letras pela FFLCH USP e mestranda em História da Arte pelo PGEHA USP, onde pesquisa a obra e a trajetória da artista modernista Lucy Citti Ferreira. Integra o coletivo feminista Vozes Agudas e o grupo de pesquisa em Gênero, Arte, Artefatos e Imagens (GAAI-USP).
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