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Programa Cinematographos de Estudos de Cinema



WORKSHOPS TEMÁTICOS

04 de Junho de 2022 | 10h às 13h
Aula 2

Sábados, dias 21 de maio; 4 e 25 de junho; 6 e 20 de agosto; 3 e 17 de setembro, das 10h às 13h

 

Nestas oficinas de caráter introdutório, ministradas por profissionais de diversas áreas que compõem a realização de um filme, os alunos poderão obter noções básicas que os auxiliarão na compreensão dos temas propostos. Em 2022, serão oferecidos os seguintes conteúdos:

 

- Produção para cinema
- Roteiro para cinema
- Direção de arte para cinema
- Fotografia para cinema
- Produção sonora para cinema
- Montagem e edição de filme
- Crítica cinematográfica

 

A atividade será realizada por meio da plataforma Zoom.

 

Para mais informações sobre o Programa Cinematographos de Estudos de Cinema, clique aqui.

 

WORKSHOPS TEMÁTICOS

PRODUÇÃO PARA CINEMA:

Juliana Garzillo é produtora freelancer no ramo audiovisual, tem experiência com produção cultural ainda na área das artes e música. Atualmente tem trabalhado com produções independentes e gravações da Netflix. Doutoranda em Processos Audiovisuais na ECA-USP sob orientação da Prof. Dra. Patricia Moran, pesquisa o vídeo na internet em suas várias possibilidades: manipulação de imagens em smartphones e computador, ferramentas para vídeo em redes sociais como transmissão ao vivo, aplicação de filtros, dentre outros. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com bolsa Cnpq. Participa do Grupo de Estudos Transversalidades Poéticas no Audiovisual coordenado por Patricia Moran (USP) e Poéticas das Extremidades, com coordenação de Christine Mello (PUC-SP). Possui um capítulo no livro lançado em 2017, o Extremidades: Experimentos críticos, pela editora Estação das Letras e Cores. É membro ativo do Coletivo Quarta Pessoa do Singular.

 

ROTEIRO PARA CINEMA:

Franthiesco Ballerini é jornalista, mestre e doutorando em Comunicação Social. Trabalhou no Grupo Estado, onde escreveu nas áreas de cidades, economia e cultura, foi editor do caderno “Divirta-se”, edição interior, e exerceu, também, a função de repórter e crítico de cinema. Foi colunista cultural da Rádio Eldorado, tendo sido também colaborador de revistas como Bravo, Quem e Contigo!. Publicou os livros Diário de Bollywood - Curiosidades e Segredos da Maior Indústria de Cinema do Mundo (2009), Cinema Brasileiro no Século 21 (2012) e Jornalismo Cultural no Século 21 (2015).

 

DIREÇÃO DE ARTE PARA CINEMA:

Ana Rita Bueno é formada em Arquitetura pela FAU-USP em 1987, trabalha como cenógrafa e diretora de arte desde 1985. Estreou profissionalmente no curta “Franksteinpunk” de Eliana Fonseca e Cao Hamburguer. De 1988 a 1998 trabalhou na Itália em produções para RAI. De volta ao Brasil em 1999, assinou a cenografia de diversos projetos tais como: “Cidadão Brasileiro” na Rede Record, programa infantil “Traquitana” na TV Cultura, e a direção de arte dos longas, “Se Deus Vier que Venha Armado” de Luis Dantas, “Reflexões de um Liquidificador”, do diretor André Klotzel, “Super Nada” de Rubens Rewald e Rossana Foglia, “Jogo das Decaptações” de Sérgio Bianchi, “A Memória Que me Contam” de Lucia Murat, “A Divina Comédia”, longa metragem dirigido por Toni Venturi, “Toda Forma de Amor” dirigido por Bruno Barreto e co-direção de Diego Martins, entre outros. Já ministrou cursos e palestras para Faculdade Belas Artes, FMU, Unesp São Carlos, Unimmonte Santos. Site: https://www.anaritabueno.com/cinema

  

FOTOGRAFIA PARA CINEMA:

Bruno Polidoro é graduado em Realização Audiovisual e mestre em Comunicação pela Unisinos. Atua há quinze anos como diretor de fotografia em filmes, videoartes e séries. Fotografou 18 longas-metragens, que estreiaram em importantes festivais como Sundance (“A Nuvem Rosa”, de Iuli Gerbase, 2021), IDFA: International Documentary FilmFestival Amsterdam (“5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto, 2020), PÖFF: Tallinn Black Nights (“A Colmeia”, de Gilson Vargas, 2019), e Chicago Latino Film Festival (“Legalidade”, de Zeca Brito, 2019). Recebeu mais de 25 prêmios de melhor fotografia em festivais, com destaque para os seis recebidos no Festival de Cinema de Gramado. Também fotografou as séries “O Ninho”, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Outfest Los Angeles 2016 – International Special Mention, New York LGBTQ Film Festival); “Horizonte B”, de Emiliano Cunha (2016 - exibida na Netflix); e curtas como “A Pedra”, de Iuli Gerbase (2018 – Festival de Havana). Além do trabalho como fotógrafo, dirigiu os curtas “Pela passagem de uma grande dor” (2006 – Cine Esquema Novo) e “O vazio além da janela” (2008 – Festival de Tiradentes), o episódio para a televisão “5 cigarros e um beijo” (série Ocidentes, 2014), e o longa-metragem “Sobre sete ondas verdes espumantes”, sobre a obra do escritor Caio Fernando Abreu, seleção oficial do Festival É Tudo Verdade 2013.

 

PRODUÇÃO SONORA PARA CINEMA:

Vitor Kisil é Compositor, intérprete, pesquisador e professor com atuação em diversas formas de manifestação musical, como desenvolvimento e apresentação de performances interativas, criação de trilhas para curtas-metragens e apresentações musicais como intérprete e criador. É mestre e doutor em música pela USP. Em 2007 seu projeto de mestrado foi premiado pelo Itaú Cultural com o Programa Rumos Arte Cibernética. Foi contemplado com prêmios de melhor trilha sonora para curta-metragens em festivais no país e no exterior. Atua regularmente em grupos de arte interativa como compositor e responsável pela elaboração e desenvolvimento das ferramentas de processamento e manipulação de áudio em tempo real. Já se apresentou em importantes eventos nacionais e internacionais como o FILE SP e RJ; Re: New Digital Arts Festival (Copenhague, Dinamarca), Sound and Music Computing Conference (Porto, Portugal), Festival Internacional de la Imagen (Manizales, Colômbia) e como integrante do grupo MOBILE realizou a turnê do espetáculo Transparências - apresentado em Belfast (Irlanda do Norte), Seia e Aveiro (Portugal) e Bilbao e Barcelona (Espanha). Foi professor do curso de Música Eletrônica da Universidade Anhembi Morumbi entre 2015 e 2019. Em 2020, lançou seu primeiro álbum musical solo: "Convergência Procedimental: Registro, Performance e Escrita em Processamentos Musicais".

 

MONTAGEM E EDIÇÃO DE FILME:

Sérgio Gagliardi é sócio da DGT Filmes onde dirigiu, editou e roteirizou os longas Fios de alta tensão, Convicto, Fair play? e Qualé o teu negócio?, codirigiu e editou o longa Filmefilia. Editou Fakir, A moça do calendário, Ralé e Poder dos afetos de Helena Ignez, além de filmes de Diego da Costa, Well Darwin, Os Albertos e outros. Entre 2008 e 2010 dirigiu o quadro Circular periférico na TV Cultura SP. Dirigiu e editou diversos curtas e médias que assim como os longas foram exibidos e premiados em festivais no Brasil e exterior, na TV e streaming.

CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA:

Donny Correia é mestre e doutor em estética e história da arte pela USP e crítico de cinema. Também é escritor e poeta, tendo publicado, entre outros, "Corpocárcere" (2013) e "Zero nas Veias" (2015). Em 2013, tornou-se o primeiro brasileiro a ter um poema selecionado pela NASA para ser enviado a Marte a bordo da sonda MAVEN. Publica ensaios e resenhas em periódicos como O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e Psicologia em foco (PUC-PR). Também atua como professor de História e Linguagem do Cinema em instituições diversas como FMU, Academia Internacional de Cinema e Sesc. Em 2016 publicou, pela editora Unesp, Cinematographos de Guilherme de Almeida – antologia da crítica cinematográfica. Sua obra mais recente, publicada em 2018, é Cinefilia crônica: comentários sobre o filme de invenção.

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