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A forma na poesia pré-modernista de Guilherme de Almeida

Cesar Veneziani

 

 

 

Analisar a forma na poesia de Guilherme de Almeida, ainda que reduzindo o universo de sua obra apenas à primeira parte, ou seja, à sua fase pré-modernista, não é tarefa das mais fáceis. Guilherme emprega formas das mais variadas de uma gama aparentemente inesgotável de sua capacidade criativa, a tal ponto que Manuel Bandeira o chamava de “il miglior fabro”. No entanto procuramos sintetizar essa variedade formal com uma análise compartimentada livro a livro para poder melhor apresentar esse vasto panorama.

 

 

 

Simplicidade (escrito entre 1912 e 1914 e publicado em 1927)   

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

Simplicidade

7

1

 

8

6

 

10

10

5

12

3

2

10-7

1

 

8-4

1

 

10-6

1

 

12-6

1

 

10-8

1

 

 

 

 

O que mais chama a atenção no primeiro livro escrito por Guilherme é a multiplicidade de metros utilizados e a combinação desses metros em formas fixas duplas em 5 poemas, fato que será recorrente em toda a sua obra. Um olhar mais atento vai apontar para um aumento gradativo da complexidade na elaboração dos processos formais. Ele parte de um poema em redondilha maior (7 sílabas poéticas) e finaliza o livro com dois sonetos alexandrinos. A “simplicidade” aludida pelo título do livro fica evidenciada como a evolução da forma: do verso popular (a redondilha) ao verso clássico (o alexandrino, que pede a cesura em dois hemistíquios de 6 sílabas no verso de 12 sílabas).

 

Vale ressaltar uma forma particularmente sonora que Guilherme usou nesse livro: o poema “Os Varredores” (assim como os outros dois poemas em verso eneassílabo – 9 sílabas poéticas) apresenta cesura na quinta sílaba poética. Como as palavras utilizadas nessa cesura são paroxítonas, os hemistíquios são formados por dois versos de 4 sílabas, o que torna o ritmo particularmente musical.

 

Reproduzimos a seguir apenas a primeira estrofe desse poema:

 

 

 

Os Varredores

 

Os varredores, mudos de assombro,

sacola ao lado, vassoura ao ombro,

passam nas noites enfeitiçadas.

Vão tropeçando na mancha oblonga

das suas sombras, que a luz alonga,

que a luz alonga sobre as calçadas.

 

 

 

 

Na cidade da névoa (escrito entre 1915 e 1916 e publicado em 1952)

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

Na cidade da névoa

12

10

-

 

 

 

Neste livro, em todos os dez poemas, Guilherme usa 329 versos dodecassílabos, dos quais apenas sete além de não apresentarem cesura na 6ª sílaba não mostram nenhum outro padrão rítmico; e outros 19 versos que estão com as tônicas na 4ª, 8ª e 12ª sílabas, o que garante um ritmo particularmente musical.

 

A utilização do metro dodecassílabo com predileção quase total do alexandrino neste livro, dá um tom clássico aos ecos simbolistas da obra. Destacamos a terceira estrofe do poema “Oh! A Cidade à Noite”:

 

 

 

Oh! A cidade à noite! Oh! A monotonia

Das linhas retas e das luzes perfiladas...

E este mistério, este mistério das fachadas

Onde uma porta escura é uma órbita vazia...

 

 

 

Suave colheita (escrito entre 1912 e 1919 e publicado em 1919)

Livro 

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

Suave colheita

Poemas de aço

12

10

10

Últimos românticos

12-6

1

 

12

1

1

12-10

2

 

8-7

1

 

8-2

1

 

10 

3

3

10-6-1

1

 

SMR *

 

Serenidade

10

8

8

12

3

3

* SMR: sem métrica regular.

 

 

 

O poema que abre o livro (sem título) é também uma apresentação à obra “Messidor” que engloba os livros “Suave Colheita”, “Nós” e “A Dança das Horas”. É um soneto em versos alexandrinos, apresentando o “semeador” (ou “messidor”).

 

O livro foi escrito em três partes, a primeira das quais (“Poemas de Aço”) representa um livro dentro do livro em relação às outras duas partes (“Os Últimos Românticos” e “Serenidade”).

 

“Poemas de Aço” é uma elegia aos tempos medievais, com seus castelos, cavaleiros em armadura a defender a honra e às donzelas que os inspiraram. São nove sonetos alexandrinos dos quais destacamos a segunda estrofe do poema “Cavaleiros do Amor” por evidenciar uma característica marcante na obra de Guilherme de Almeida: sua capacidade de representar com ritmo e sonoridade o que as palavras dizem. A sonoridade atingida nos leva a “galopar” junto ao cavaleiro.

 

 

 

Vem, desce ao pátio e monta o teu corcel possante;

enrista a lança audaz que roça a adarga e ringe;

transpõe o fosso – e vai, e verte o sangue, e tinge

de goles teu brasão, ó Cavaleiro-andante!

 

 

 

Mas nem só de cavaleiros e armaduras a “Suave Colheita” se mostra. Em “Últimos Românticos” temos uma sequência de poemas que, de certa forma, retornam à multiplicidade formal de “Simplicidade”, como se fossem experimentações ao se combinarem versos de metros diferentes.

 

Já em “Serenidade”, a terceira e última parte do livro, a forma “soneto” volta a reinar triunfante. Nele podemos destacar o soneto “Tarde”, onde temos, em particular, um verso, o primeiro do segundo quarteto, “Uma asa tonta risca o espaço, silenciosa”, do qual Guilherme usará a mesma imagem num de seus haicais, muitos anos depois, no livro Poesia vária (escrito entre 1944 e 1947 e publicado em 1947):

 

 

 

CIGARRA 

  

Diamante. Vidraça.

Arisca, áspera asa risca

o ar. E brilha. E passa 

 

 

 

Nós (escrito entre 1914 e 1917 e publicado em 1917)

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

Nós

10

33

33

 

 

 

Em seu primeiro livro publicado, Guilherme nos apresenta 33 sonetos decassílabos, onde há uma predominância dos versos heroicos (77%) – os que trazem as tônicas na 6ª e 10ª sílabas –, sobre os sáficos (23%) – os que trazem as tônicas na 4ª, 8ª e 10ª sílabas. No entanto, em 18 dos 33 sonetos a “chave de ouro”, ou seja, o verso final, aparece em decassílabo sáfico fazendo que a ligeira quebra de ritmo imposta pela mudança da posição da tônica evidencie o efeito de gran finale. Como um bom exemplo disso temos o último terceto do soneto IX:

 

 

 

Vais lendo. E tu não sabes que, sozinho,

eu te sigo, eu te sinto, eu te adivinho,

lendo em teus olhos o que lendo estás.

 

 

 

No livro A dança das horas temos mais uma vez uma profusão de formas que combinam metros diferentes sem que a música cesse dos versos. Vale destacar o poema “O Frasco Vazio” que traz, numa combinação de versos hexassílabos (1º e 4º versos), dodecassílabos (2º e 3º versos, com predominância dos alexandrinos) e decassílabos (5º e 6º versos) nas cinco estrofes do poema.

 

 

A dança das horas (escrito entre 1918 e 1919 e publicado em 1919) 

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Poemas

A dança das horas

10-6

3

 

12-10

5**

 

10

3

 

8

2

 

12-6

1

 

12

1

 

12-8

1

 

12-10-6-4

1

 

10-8

1

 

12-10-6

4

 

de 1 a 12

1

 

** Poema “Ars Amandi” composto de 5 partes, todas com o mesmo esquema métrico.

 

Reproduzimos aqui a 5ª e última estrofe:

 

 

Portanto, a tua ausência

é uma vaga presença, esbatida em tons frios...

E este aposento lembra, assim, sem tua essência,

esses frascos vazios

que guardam sempre no cristal, consigo,

uma lembrança do perfume antigo...

 

 

Livro de Horas de Sóror Dolorosa (escrito entre 1919 e 1920 e publicado em 1920)

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

         

Livro de Horas de Sóror Dolorosa

     

 

Matinas

10-8

1

 

12

3

 

8-3

1

 

12-8

1

 

8

1

 

8-4-3

1

 

6

1

 

10

1

 

Vésperas

     

12-6

5

 

10-2

2

 

12

3

 

12-9

1

 

10-8

1

 

1,2,3...12,11,12

1

 

10

2

 

Completas

 

12-10

1

 

12-4

1

 

12

4

2

10

2

 

10-6

1

 

9-4

1

 

10,9,12,6,8,12

1

 

12-8

1

 

12-10-6

1

 

 

 

 

Dividido em três partes (“Matinas”, “Vésperas” e “Completas”) este livro volta a apresentar as mais variadas formas e combinações de metros. Essas alternâncias de versos com maior ou menor tamanho evidenciam a questão que está no cerne deste livro: o embate entre o sagrado e o profano. São particularmente interessantes os poemas “Estância VII – Sobre a Ambição” (em “Matinas”) que traz versos de 1 a 12 sílabas de maneira crescente, formando uma pirâmide:

 

 

 

de   pó

Deus o fez.

Mas ele, em vez

de   se   conformar,

quis ser sol. E ser mar,

e ser céu... Ser tudo, enfim!

Mas  nada  pode! E  foi   assim

que  se  pôs  a  chorar  de  furor...

Mas – ah! – foi sobre sua própria dor

que as lágrimas tristes rolaram. E o pó,

molhado,  ficou  sendo  lodo  –  e  lodo  só!

 

 

 

e “As Caravanas” (em “Completas”) em versos que alternam metros de 10, 9, 12, 6, 8 e 12 sílabas, aparentemente livres, mas que são reproduzidos nas três estrofes do poema:

 

 

 

Andam nuvens no céu: e eu sonho ao vê-las.

É a caravana branca, que passa

no Saara azul, erguendo a poeira das estrelas.

Alguém marcha na frente:

seu albornós é de fumaça,

e seu alfange é a curva débil do crescente...

 

 

 

Era uma vez... (escrito entre 1921 e 1922 e publicado em 1922)

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

Era uma Vez

12

21

 

8-4

1

 

8

1

 

10

3

 

12-7

1

 

12-6

1

 

11

1

 

12-10

1

 

12-8

1

 

 

 

 

Neste livro, ainda que Guilherme tenha se utilizado de combinações de metros diferentes em dez dos poemas, em outros 21 ele fez uso exclusivo dos versos dodecassílabos, tornando o livro um exercício para esse metro. Somando-se todos os versos dodecassílabos do livro encontramos 428 versos, e destes 390 são alexandrinos. Dos 38 versos restantes, 24 apresentam as tônicas na 4ª, 8ª e 12ª sílabas, verso já amplamente utilizado em outros poemas.

 

Há, no entanto, apenas nos poemas onde só aparecem versos dodecassílabos uma disposição gráfica que “quebra” o verso em “partes”, mas alinha essas partes imediatamente abaixo da quebra, não como um novo verso no começo da página, de forma a serem lidas como um mesmo verso. Um bom exemplo está no poema “Telefone”:

 

 

 

Pronto! Sou eu...

Bom dia!

Eu vou bem; e você?

Leu os versos? Que tal?

Indiscretos, por quê?

Os outros vão saber? Mas é isso justamente

que eu quero...

Por que não? Quero que toda gente

tenha inveja de mim.

Mas faço questão

de que saibam de tudo!

É claro: indiscrição

em amor quer dizer vaidade...

Eu não seria

capaz?

Diante de todos, sim!

Que eu não diria?

Aposto! Quer que diga?

Hein?

Com muito prazer...

Ouça!

Há gente aqui perto; eu não posso dizer...

 

 

 

Colocados numa disposição conservadora, ficariam assim os versos no poema:

 

 

 

Pronto! Sou eu... Bom dia! Eu vou bem; e você?

Leu os versos? Que tal? Indiscretos, por quê?

Os outros vão saber? Mas é isso justamente

que eu quero... Por que não? Quero que toda gente

tenha inveja de mim. Mas faço questão

de que saibam de tudo! É claro: indiscrição

em amor quer dizer vaidade... Eu não seria

capaz? Diante de todos, sim! Que eu não diria?

Aposto! Quer que diga? Hein? Com muito prazer...

Ouça! Há gente aqui perto; eu não posso dizer...

 

 

 

A frauta que eu perdi(Canções gregas) (escrito entre 1921 e 1922 e publicado em 1924)

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

Canções gregas

SMR *

34

 

* SMR: sem métrica regular.

 

 

 

No livro A frauta que eu perdi (Canções gregas), diferentemente dos outros livros de Guilherme de Almeida, não há um único poema dentre os 34 que o compõem que esteja numa forma regular. São utilizados versos de duas a 15 sílabas, com maior ocorrência dos decassílabos e dodecassílabos. No entanto, mesmo neles, apenas numa pequena parcela as formas mais clássicas (heroico ou sáfico no decassílabo; alexandrino no dodecassílabo) foram utilizadas.

 

Outra característica nesses versos não regulares, e que já foi observada em outras oportunidades em sua obra, é a preferência por versos de número par de sílabas. São raros os versos que fogem a esse padrão e, quando ocorrem, geralmente são heptassílabos ou redondilhas maiores. Mesmo no único verso de 15 sílabas que aparece no livro, esse metro estranho à obra de Guilherme traz uma peculiaridade: ele é composto por dois heptassílabos. Este é o verso: “Sob o seu manto que é mole como as asas dos morcegos” (poema “Hino à noite”).

 

O ritmo dos poemas deste livro é garantido pela utilização das rimas, em especial as rimas toantes que, apesar de causarem estranhamento, mantêm a sonoridade que serve de cimento para dar a coesão rítmica de todo o livro. Dois bons exemplos dessas rimas toantes são: “leque x alegre” e “víbora x mandíbula”.

 

A seguir, a parte VI do poema “As inscrições”, intitulada “Para a Casa de um Poeta”:

 

 

 

A sombra destas árvores é a minha casa.

Ela é redonda e fresca e cai dos galhos como um fruto.

Ó tu que levas um silêncio de asa

na graça fugidia do teu vulto,

quem quer que sejas, meu amigo,

vem aprender a cantar, como um rouxinol

canta nestes galhos, e a receber comigo,

nesta sombra obediente, a homenagem do sol.

 

 

 

O festim (escrito em 1922 e publicado em 1952)

Livro

Nº de sílabas

Poemas

Sonetos

O festim

SMR *

1 (88 estrofes)

 

SMR: sem métrica regular.

 

 

 

Uma leitura desatenta do livro “Festim” pode gerar uma sensação de estranheza quanto ao ritmo e à sonoridade alcançados por Guilherme de Almeida sem que haja uma “forma fixa” no poema. No entanto, podem-se encontrar nas 88 estrofes apresentadas uma estrutura formal consistente que perpassa todo o livro.

 

Essa leitura atenta nos permite, num primeiro momento, descobrir que Guilherme, usando uma diagramação que torna os versos irregulares, busca “esconder” a estrutura de quatro versos rimados no esquema ABBA em todas as estrofes. Quando rediagramadas no formato “4 versos com rimas ABBA”, elas nos mostram, quanto ao conteúdo, um modelo que vai se repetir em todo o poema: os dois primeiros versos fazem uma proposição e os dois últimos a desenvolvem. Há um eco socrático nessa estrutura.

 

Quanto às sílabas, não há uma regularidade. O poema aparece com versos de 7 a 18 sílabas. Em meio a esse caos encontramos ordem: 102 versos são dodecassílabos, 68 dos quais são alexandrinos e outros nove apresentam as tônicas na 4ª, 8ª e 12ª sílabas e ainda 45 versos são decassílabos. Quase metade dos versos (44%) são ou dodecassílabos ou decassílabos! E as descobertas não param por aí: muitos dos versos que ultrapassam a “barreira da convenção informal das 12 sílabas por verso” são, quando desmembrados, dois versos de sete ou dois versos de oito sílabas, como nestes exemplos:

 

 

 

“E a sala toda pasmava. E a sala toda dizia:” (14 sílabas ou 7 + 7 sílabas); “Ele olha muito no copo: nunca se viu um conviva...” (15 sílabas ou 7 + 7 sílabas); “...olhar assim no seu copo! – Ninguém deve olhar no vinho!” (15 sílabas ou 7 + 7 sílabas); “– O que é que ele procura tanto? – Por que é que ele bebe sozinho?” (17 sílabas ou 8 + 8 sílabas)

 

 

 

Quanto às rimas, há uma enorme variedade: temos desde a repetição da rima usada em toda a primeira estrofe da primeira parte – o início do livro; na primeira estrofe da oitava parte – a metade do livro; e na última estrofe da última parte – o final do livro (a palavra “vinho” como rima no primeiro e no quarto versos e a palavra “alma” usada como rima no segundo e no terceiros versos), passando por uma profusão de rimas toantes – verdadeiro exercício formal – chegando a algumas “pérolas atiradas às taças das nossas cabeças” como em “cálice / há de se”.

 

Como exemplo, a seguir a primeira estrofe da primeira parte na diagramação encontrada no livro e depois na diagramação que “faz surgir” a regularidade do livro:

 

 

 

Eu também atirei numa taça de vinho a pérola de

minha alma.

Todos os homens atiram sua alma, como uma

joia, num copo de vinho.

 

Eu também atirei numa taça de vinho

a pérola de minha alma.

Todos os homens atiram sua alma,

como uma joia, num copo de vinho.

 

 

 

Guilherme de Almeida nos sugere sempre uma leitura atenta, como a degustação de um bom vinho. Se não o fizermos, certamente engoliremos suas pérolas sem percebê-las.

 

Como um tributo à obra de Guilherme de Almeida, deixo a seguir um soneto que utiliza várias citações encontradas em suas obras:

 

 

 

Pequenos Sons de Outono

 

A folha que, já seca, o impulso sente

e estala e solta e salta e voa ao vento,

de um mês de abril que teima e ainda é quente,

se junta às outras folhas no cimento

 

em roda de ciranda, docemente,

e brinca, pula, dança, é sentimento,

e faz um quase guizo diferente

do grito de ser livre no momento...

 

E o galho que, desnudo, resistiu,

agora sem a folha desgarrada,

emite ao vento um longo assobio,

 

pungente, de uma voz desconsolada,

anunciando o tempo à frente, o frio,

seu único parceiro, só, mais nada...

 

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