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Editorial

A revista Re-Produção prossegue, em sua edição de 2015, com seu propósito de focalizar a tradução literária, sem excluir, no entanto, outras das tantas vertentes da atuação de Guilherme de Almeida e das próprias atividades do museu que adota seu nome. Assim, o destaque temático desta edição é a coluna Cinematographos, assinada por Guilherme de Almeida no jornal O Estado de S. Paulo entre as décadas de 1920 e 1940, que a revista passa a abordar a partir desta oportunidade: os leitores poderão ler uma crítica ao filmes Berlim, sinfonia da grande cidade, de Walter Ruttman, e outra a Rien que les heures, do brasileiro Alberto Cavalcanti, ambas publicadas no final dos anos 1920; como complemento a esses textos, Donny Correia e Edson Leite refletem sobre a abordagem de Walter Ruttman ao filmar Berlim num período histórico e político tão controverso.
  

Re-Produção traz, também, um dossiê temático sobre criação e tradução literárias, que reúne textos escritos por professores da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), de São José do Rio Preto, como resultado de uma convocatória prevista no convênio existente entre a área de Letras dessa universidade e a Casa Guilherme de Almeida.

Na seção “Oficina”, a revista inclui versões para a língua inglesa de textos de Guilherme de Almeida em verso ou prosa, realizadas por dois jovens estudantes de português da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, que vieram a São Paulo como bolsistas do programa de estágio desenvolvido por aquela instituição e pela Casa Guilherme de Almeida desde 2012. Durante sua permanência na Casa, o estagiário Filipe Batista traduziu poemas do livro Margem, de Guilherme – publicado postumamente pela Casa em coedição com a editora Annablume, em 2010 –, e a estagiária Andrea Lawrence escolheu traduzir crônicas do livro O meu Portugal, de Guilherme de Almeida – que não tardará a ser republicado pela Casa, também em regime de coedição –, três das quais encontram-se neste número da revista.

Sob a rubrica “Tradutor”, leem-se dois testemunhos analíticos de tradutores: do americano Peter Wortsman e do brasileiro Maurício Santana Dias, fontes estimulantes de reflexões acerca da tarefa tradutória por quem a pensa e a pratica, um modo de Re-Produção colaborar especialmente com os participantes da programação do Centro de Estudos de Tradução Literária da Casa Guilherme de Almeida e com todos os interessados por essa área de atividade.

 

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