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Vanguarda Paulista e o viés universitário na música de São Paulo

Denise Soares [1]

 

As influências e heranças cultivadas e explicitadas pela Vanguarda Paulista e por outros músicos de vanguarda remontam à fundação da Faculdade de Direito do Largo São Francisco – que, de fato, mudou a vida cultural de São Paulo. Ao longo da história dessa escola sempre foram geradas ideias relevantes para o cotidiano dos paulistanos e do Brasil.

A Academia de Direito de São Paulo, criada em 1827 como instituição-chave para o desenvolvimento da nação, surgiu em um velho convento do século XVI – cujas duas igrejas ainda existem – no centro de São Paulo. Era um pilar fundamental do Império, pois destinava-se a formar governantes e administradores públicos capazes de estruturar e conduzir o país recém-emancipado. Nos anos 1930 construiu-se no mesmo Largo um novo edifício para abrigar a Faculdade, hoje tombado como patrimônio histórico do estado de São Paulo. Seu grande acervo cultural abrange desde os vitrais da escadaria até pinturas e esculturas feitas por artistas renomados, além da biblioteca – a primeira biblioteca pública de São Paulo –, com seu acervo inicialmente reunido, desde 1825, por frades franciscanos. Nomes como Joaquim Nabuco, Prudente de Morais, Campos Salles, Bernardino de Campos, Ulisses Guimarães e Franco Montoro passaram por lá com ideias, para eles, revolucionárias. A Faculdade de Direito, além disso, foi a primeira instituição a integrar a Universidade de São Paulo (USP) [2] no momento de sua criação.

A Faculdade de Direito era na verdade uma instituição de cultura geral, e cumpria esse papel. Os estudantes se empenhavam em ser oradores, jornalistas, músicos, poetas e boêmios, enriquecendo a vida acadêmica também fora das salas de aula. Alunos e alguns professores da Faculdade se dedicavam assiduamente à música – hábito herdado dos portugueses e dos cariocas. Realizavam-se saraus onde se cantava e dançava. Havia, também, as serenatas, em que os instrumentos preferidos eram violão, flauta, cavaquinho, clarineta e gaita. O repertório era composto por modinhas e lundus, já em voga no Rio de Janeiro. Compositores como Aureliano Lessa, Bernardo Guimarães, Teodomiro Alves Ferreira e Venâncio José Gomes da Costa Júnior foram revelados na Faculdade de Direito.

Porém, em tempos de industrialização da cidade de São Paulo, tudo passou a acontecer simultaneamente. Na virada do século havia a ópera, os movimentos literários, o Art Nouveau... A música e a literatura foram absorvidas pelas elites, saindo um pouco das rodas e saraus estudantis para adentrar os salões. Os estudantes perderam certa liberdade, mas não deixaram a música e a boemia de lado. As serenatas foram substituídas pelos shows. Em 1927, no centenário da Faculdade de Direito, surgiu a Caravana Acadêmica, um grupo que fazia shows nos teatros da capital e do interior paulistas. As rodas de samba promovidas por essa caravana inspiraram, já nos anos 1940, o jovem sambista e universitário Paulo Vanzolini a compor sucessos inesquecíveis da Música Popular Brasileira (Marrach, 2012, p.31-81).

A efervescência cultural e a disposição de estudantes e professores da Faculdade de Direito nessa época permitem constatar que a criação da Universidade transformou a mentalidade paulistana, pois congregava ciência, filosofia e literatura, mesmo tendo sido idealizada para representar o comprometimento com o avanço industrial e democrático da sociedade brasileira. E a Universidade, com o passar do tempo, foi além: com a contribuição de professores franceses, alemães e italianos, a pesquisa ocupou o centro das atenções, e a USP ajudou a modificar as tradições da elite. Faculdades isoladas como Medicina e Direito davam status elevado a seus formandos, enquanto as outras escolas superiores nem tanto. A partir da década de 1930, desenvolveu-se um padrão inédito de interdependência dessas diversas unidades, colocando as faculdades de Filosofia no centro. Essas faculdades eram voltadas à pesquisa nas Ciências Humanas, Físicas e Biológicas, tirando um pouco a aura das tradicionais, dignificando a Veterinária, a Agronomia, Letras e Matemática, dentre outras. Grupos da elite com formação superior se ampliaram.

Vale ressaltar, também, que nos anos 1960 a universidade abandonou uma condição contemplativa para participar e interferir mais ativamente nos rumos da cidade e do estado. O período ainda era de modernização processada em valores, comportamentos e condutas, mas fortaleceu-se o interesse de estudantes e professores que passaram a participar de movimentos sociais enfocando até mesmo cultura popular, cinema, teatro e música. A Faculdade de Filosofia da rua Maria Antônia foi um exemplo dessa forte relação com a vida cultural de São Paulo e com as inovações que surgiram, dentre elas Cinema Novo, os grupos do Teatro Oficina e do Teatro de Arena e os Festivais da Canção realizados nos Teatros Record (rua da Consolação) e Paramount (avenida Brigadeiro Luiz Antônio). [3]

Havia, portanto, forte contato entre a Universidade e essas manifestações culturais que aconteciam ao redor dela. Essa cultura extremamente viva fez, por exemplo, o estudante de Letras José Miguel Wisnik mudar seu projeto de vida – ele começou a estudar piano no Conservatório Musical de São Vicente e completou sua formação em São Paulo. Compôs canções para um festival universitário e para o Teatro Oficina de Zé Celso Martinez Corrêa. Outro músico cuja ligação com essa efervescência dos anos 1960 está totalmente presente em sua carreira é Luiz Tatit, que se envolveu com a música discutindo o Tropicalismo com os colegas da escola pública. Posteriormente, estudou Música na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, onde se ensinava, exclusivamente, música erudita. Enquanto compunha as canções do grupo Rumo, Tatit estudava Letras também (Marrach, 2012, p.134-136 e 184-186). Em tempo: o Rumo nasceu de um grupo de estudos da USP que pesquisava as relações entre canto e fala. A cantora e vocalista Ná Ozzetti foi apresentada ao grupo por chamar a atenção pelas peculiares interpretações que dava às canções (cf. Murgel, 2005).

A “invasão da Maria Antônia” [4] e a instauração do Ato Institucional nº 5 (AI-5) não diminuíram a força dos estudantes e seu poder de transformação dos costumes da sociedade e da cultura. Mas a Música Popular Brasileira fazia parte da realidade universitária, também: professores usavam letras de Vinícius de Moraes, Chico Buarque de Hollanda e Caetano Veloso, além de poemas de Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e Oswald de Andrade para ministrar suas aulas, tendo boa receptividade por parte dos alunos. Cidadania foi um dos temas que passaram a ser discutidos na música a partir da segunda metade dos anos 1960, apontando para a “dupla cidadania do povo brasileiro”, que significa o contraste entre a vida solitária (cidadania precária) do cidadão em meio à multidão no país imaginário da música popular e o refúgio com direito à cidadania plena e de alguma ironia para entender o país real (Maria Rita Kehl, citada em Marrach, 2012, p.12).

Nos anos 1970, a universidade e seus estudantes política e socialmente engajados estavam no centro, e seu potencial de estar na linha de frente do combate ao regime militar instaurado era amplamente percebido pelas mais diversas correntes – desde as organizações de guerrilha e luta armada de esquerda até os Circuitos Universitários promovidos por artistas como Elis Regina, que faziam shows organizados por centros acadêmicos de faculdades do interior do estado de São Paulo, Paraná e Santa Catarina (Echeverria, 2012, p.83).

Arrigo Barnabé, com sua irreverência, originalidade e sensibilidade, era estudante de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e de Música na Escola de Comunicações e Artes (ECA), ambas da USP, e ampliou os limites da Música Popular Brasileira – se é que se pode dizer que a Música Popular Brasileira é limitada – misturando a música popular com a dodecafônica, aprendizado adquirido não só no Conservatório Musical de Londrina, mas também em seus estudos caseiros e no exercício de fazer música com os colegas da FAU e da ECA. “Clara Crocodilo” (do LP Clara Crocodilo, Nosso Estúdio, 1980) foi composta quando Arrigo ainda fazia o curso da FAU. Foi também na década de 1970 que a música brasileira passou por muitas inovações relacionadas aos estudos, composições e performances experimentais. Nesse sentido, pode-se dizer que a composição experimental dentro da universidade foi marcada pelo trabalho de Arrigo Barnabé na FAU, na ECA e fora das salas de aula, em ambientes frequentados por jovens de alto nível intelectual interessados em pesquisas sobre as fronteiras e transformações da música erudita em música popular. A obra do compositor, nos anos 1970 e 1980, retratava o tamanho do mal-estar provocado pelo regime militar e o quanto ele se agravava. Por estar na universidade no contexto da ditadura, Barnabé destacava em seu trabalho a opressão e a solidão do homem e a violência, sempre rompendo limites na música brasileira com o uso de serialismos e do atonalismo livre em suas composições – algumas delas de sucesso, como “Clara Crocodilo” e “Diversões Eletrônicas”, do já citado LP Clara Crocodilo.

Alguns artistas da Vanguarda Paulista servem de exemplo para essa progressiva inserção do sistema universitário na sociedade ao longo das décadas, por intermédio da música: além dos já citados Arrigo Barnabé, Luiz Tatit e José Miguel Wisnik, há também Arthur Nestrovski. Esses artistas se formaram em Arquitetura, Linguística, Letras e Música. Dentro da universidade desenvolveram seus trabalhos artísticos com pessoas de diversas esferas. Ná Ozzetti é outro exemplo, pois estudou Música na Fundação das Artes de São Caetano do Sul (FASCS) e, posteriormente, ingressou em outra universidade – a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) – para cursar Artes Plásticas (Murgel, 2005). O grupo Língua de Trapo formou-se na Fundação Cásper Líbero. É importante citar, ainda, Tom Zé, compositor que cumpre papel fundamental na chamada música de vanguarda brasileira. Mesmo não tendo feito parte da turma da Vanguarda Paulista, Tom Zé marcou profundamente a história da música produzida em São Paulo, desde a Tropicália até os dias atuais. Vale relembrar que Tom Zé é baiano, mas fez de São Paulo a sua moradia e escolheu a cidade para projetar sua carreira musical, prestando diversas homenagens à terra da garoa. Ele frequentava os seminários de música na Universidade Federal da Bahia (UFBA) ministrados por Koellreutter nas décadas de 1950 e 1960.

Hans-Joachim Koellreutter foi uma das mais importantes personalidades que escreveram a história da vanguarda musical brasileira. Sem a intervenção dele, a trajetória da música de vanguarda no Brasil não seria a mesma ou, talvez, não existiria com a mesma força. Koellreutter era compositor, maestro, educador e esteta alemão. Desembarcou no Brasil em 1937, fugindo do nazismo. Sempre foi um artista preocupado com a sociedade de massa, no sentido tecnológico e industrial, e via na arte um meio de libertação, comunicação e educação. Koellreutter instaurou um significativo trabalho de formação e criação, verdadeiro marco na história da vanguarda musical brasileira. Tornou-se referência para a criação de laboratórios de disciplina pelo país afora, além de ser internacionalmente reverenciado por promover debates e a difusão de ideias de ensino com aulas e palestras, publicações, regência de concertos, animação cultural e gestão de instituições e, também, por ter composto sua própria obra musical. Formou artistas como Rogério Duprat, Damiano Cozzella, Júlio Medaglia, Paulo Moura, José Miguel Wisnik, Nelson Ayres e Tim Rescala, além de Tom Zé. “Tudo o que choca, conscientiza” – essa era a filosofia do maestro.

Fortalecendo a ideia de que a música popular cabe em todos os meios e pode ser aprendida também na universidade, novas tendências surgiram ao longo das décadas. Nos anos 1990, “compositores professores” desenharam um novo cenário na produção musical paulistana e colocaram-na em evidência tanto na academia quanto nos meios musicais de mais destaque. O trabalho musical e crítico da Vanguarda Paulista transformou-se em objeto de pesquisa na área da Semiótica, e o pioneiro nesse aspecto foi Luiz Tatit. Assim, a Música Popular Brasileira permaneceu dentro da sala de aula com sucesso. Tatit é um profissional que consegue harmonizar composição, produção de CDs, shows, livros e teses acadêmicas com muita competência. José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski seguem a mesma linha, tanto que, no início dos anos 2000, criaram as aulas-shows – novidade herdada da Vanguarda Paulista, um novo gênero com características próprias. Diferente de uma aula e de um show, a aula-show combina elementos dos dois estilos criando uma nova forma de apresentação cultural. Seu embrião: nos anos 1970, durante as apresentações do grupo Rumo, Luiz Tatit explicava para o público as canções executadas no show. Discutiam-se tecnicamente as canções a serem ouvidas e, no final, havia um debate aberto no qual artistas e público falavam sobre as ideias ligadas às músicas de vanguarda. Eram praticamente aulas.

Tendo características de um recital, com instrumentos musicais e fala informal, a aulas-shows vão além: dão abertura para o público tecer análises e comentários sobre as relações e discussões entre música e letra, criação, momentos significativos da Música Popular Brasileira e panoramas atuais e antigos da canção, dentre outros. Além disso, unem pensamento crítico e emoção sem preconceitos. Seus diferenciais atraem a imprensa – canais de televisão como a TV Cultura –, auxiliando na divulgação do trabalho musical e acadêmico dos artistas que se apresentam com essa nova linguagem. Vale ressaltar que a aula-show é produto de uma época de liberdade política em que o debate sobre as conjunturas atuais não tem mais nenhum cunho ideológico potente e o artista não é mais chamado a se posicionar, como nas décadas de 1960 a 1980. Porém, conquistou adeptos como Caetano Veloso, que já fez aulas-shows com José Miguel Wisnik. Esse descompromisso – o público não exige que o artista fale de política – talvez seja fruto dos efeitos da globalização que se acelerou no final do século XX. O fato de o artista estar “livre” de compromissos políticos abre possibilidades para que a canção encontre novas afinidades. A Vanguarda Paulista, por ser não idealista, ampliou esse campo, aproximando música erudita e popular brasileira, ensaísmo, poesia lírica e literatura.

Outra questão importante, exposta pela autora Sonia Marrach Alem,[6] é que já existem materiais bibliográficos suficientes para que se crie uma Faculdade da Canção Popular. Esse pensamento se deve à produção da Vanguarda Paulista, no que tange ao papel que seguiu cumprindo, tendo grandes profissionais como representantes. Além das obras acadêmicas de Luiz Tatit, há os trabalhos de José Miguel Wisnik – que começou a compor nos anos 1960, mas só alcançou notoriedade com suas composições feitas no decênio de 1990, e com seus livros e ensaios sobre música, política e sociedade – e Arthur Nestrovski, que é compositor, crítico musical e autor de livros sobre música erudita e popular.


[1]Graduada em Comunicação Social, com habilitação em Rádio, TV e Internet, pela Universidade Anhembi Morumbi (2012), é pesquisadora musical e trabalha como assistente cultural na Casa Guilherme de Almeida desde 2014.

[2] Fundada em 1934, a Universidade de São Paulo (USP) é pública, mantida pelo estado de São Paulo e ligada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. Reconhecida por diferentes rankings mundiais criados para medir a qualidade das universidades com base em diversos critérios, especialmente os relacionados à produtividade científica.

[3] O Teatro Record da Consolação desapareceu após um incêndio; o prédio do antigo Paramount abriga hoje o Teatro Abril, conhecido por apresentar musicais, em geral, grandes produções da Broadway.

[4] Em outubro de 1968, um grupo de estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie ligado ao CCC (Comando de Caça aos Comunistas) entrou em confronto com universitários da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP) e outros opositores da ditadura militar. Essa rivalidade vinha acirrando-se desde o dia 17 de junho do mesmo ano, quando o CCC invadiu uma sala do Teatro Ruth Escobar e espancou atores do elenco da peça Roda Viva, de Chico Buarque de Hollanda e Ruy Guerra, dirigida por Zé Celso Martinez Corrêa. O enfrentamento de outubro culminou na morte do estudante secundarista José Guimarães, que era contrário ao regime, e, meses depois, na prisão de centenas de estudantes no XXX Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna, interior do estado de São Paulo.

[5] O Café Filosófico, programa produzido em parceria com o Instituto CPFL, segue essa linhagem.

[6] Para mais informações é importante ler, da mesma autora, A arte do encontro de Vinícius de Moraes: poemas e canções de uma época de mudanças – 1932-1980 (Escuta, 2000) e Outras histórias da educação: do Iluminismo à indústria cultural – 1823-2005 (Ed. Unesp, 2009), dentre outras.


REFERÊNCIAS

CERQUEIRA, Beatriz Lopes Jardim de. “Descendo a ladeira da memória”: a música popular em São Paulo nos anos de 1980. In: ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA, 17. O lugar da História. 6 a 10 set. 2004, Campinas. Anais... Campinas: Anpuh/SP; Unicamp. (Cd-ROM). Disponível em: http://www.anpuhsp.org.br/sp/downloads/CD%20XVII/ST%20XVIII/Beatriz%20Lopes%20Jardim%20de%20Cerqueira.pdf.

ECHEVERRIA, Regina. Furacão Elis. São Paulo: Leya, 2012.

FENERICK, José Adriano. Façanhas às próprias custas: a produção musical da Vanguarda Paulista (1979-2000). São Paulo: Annablume; Fapesp, 2007.

                                           Vanguarda Paulista: apontamentos para uma crítica musical. Disponível em: www.revistafenix.pro.br/pdf11/artigo.7.secao.livre-jose.adriano.fenerick.pdf.

GHEZZI, Daniela Ribas. De um porão para o mundo: a Vanguarda Paulista e a produção independente de LPs através do selo Lira Paulistana nos anos 80 – um estudo dos campos fonográfico e musical. Dissertação (Mestrado) – Departamento de Sociologia, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Campinas, 2003. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/279520/1/Ghezzi_DanielaRibas_M.pdf.

LOPES, Andrea Maria Vizzotto Alcântara. A música independente e a vanguarda paulista. In: FÓRUM DE PESQUISA CIENTÍFICA EM ARTE, 3., 2005, Curitiba. Anais... Curitiba: Escola de Música e Belas Artes do Paraná, 2005. p.137-146. Disponível em: http://www.embap.pr.gov.br/arquivos/File/anais3/andrea_lopes.pdf.

MARRACH, Sonia Alem. Música e universidade na cidade de São Paulo: do samba de Vanzolini à Vanguarda Paulista. São Paulo: Ed. Unesp, 2012.

MURGEL, Ana Carolina Arruda de Toledo. Alice Ruiz, Alzira Espíndola, Tetê Espíndola e Ná Ozzetti: produção musical feminina na Vanguarda Paulista. Dissertação (Mestrado) – Departamento de História, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Campinas, 2005. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/jspui/bitstream/REPOSIP/281621/1/Murgel_AnaCarolinaArrudadeToledo_M.pdf.

VICENTE, Eduardo. A vez dos independentes(?): um olhar sobre a produção musical independente do país. Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (e-compós), São Paulo: Universidade de São Paulo (USP), dez. 2006. Disponível em: http://compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFile/100/99.

 

 

 

 

 

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